06 fevereiro 2016

Conheça a camisinha que brilha no escuro

Quer dar uma inovada com a gata na hora do sexo? A dica é usar a nova camisinha que brilha no escuro, a inédita Prudence Neon, que acaba de chegar ao mercado brasileiro. O preservativo é coberto por látex fosforescente, não tóxico, que permite que toda a extensão do produto se ilumine após um breve contato com um foco de luz.
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"Após cerca de 30 segundos de exposição, o látex já possui luminescência suficiente para ‘acender’ no escuro. É mais um lançamento inovador da Prudence, focado no estímulo à diversão e ao sexo seguro", diz Denise Santos, gerente de marketing da DKT do Brasil, empresa detentora da marca Prudence.
A DKT tem constantemente apresentado produtos diferenciados e inéditos no Brasil, como a camisinha Prudence Cores e Sabores Caipirinha – verde amarela e com sabor do nosso mais famoso drink -  grande sucesso de vendas, lançado no último ano.
"Investimos muito no segmento ‘fun’, como é o caso do Prudence Neon, porque buscamos estimular a ideia de que sexo seguro pode e deve ser prazeroso e divertido. É uma forma de aliar o combate às DST’s (doenças sexualmente transmissíveis) com o estímulo prazeroso ao uso. O produto é um fator agregador de diversão ao sexo, tornando a prevenção uma positiva consequência", destaca Denise.
O pacote com três unidades tem o preço sugerido de cerca de R$ 9,00.

05 fevereiro 2016

6 alimentos que um especialista em segurança alimentar diz que nunca comeria

Os dois surtos da bactéria E. coli que afetaram em 2015 os restaurantes da popular rede de restaurantes Chipotle, nos Estados Unidos, trouxeram à tona mais uma vez o risco de intoxicação apresentado por alguns alimentos. A forma como os alimentos são processados hoje em dia cria várias chances para que agentes patogênicos cheguem a nossas mesas.
E, como foi demonstrado no caso da rede Chipotle, está cada vez mais difícil rastrear as fontes destas contaminações.
O Centro de Controle e Prevenção de Doenças americano (CDC na sigla em inglês) anunciou nesta semana que os surtos de E. coli na rede de restaurantes parecem ter acabado. Mas o CDC não conseguiu encontrar as causas do surto que afetou cerca de 60 pessoas em 11 Estados americanos, 22 delas em estado grave.
"A prova epidemiológica recolhida durante a investigação sugere que um produto alimentício comum ou um ingrediente servido nos restaurantes do Chipotle Mexican Grill foi a causa provável dos dois surtos", afirmou o órgão em uma declaração. "A investigação não identificou um alimento ou ingrediente específico vinculado à doença", acrescentou o CDC.
O surto de E. coli na rede Chipotle não é um caso isolado. De acordo com o CDC, a cada ano nos Estados Unidos cerca de 48 milhões de pessoas ficam doentes devido a algum problema com origem na alimentação.
Destas, 128 mil precisam ser internadas e cerca de 3 mil morrem por causa destas doenças.
Bill Marler, advogado e especialista em segurança alimentar, representou vítimas de quase todos os surtos de intoxicação que ocorreram nos Estados Unidos nos últimos 20 anos, incluindo os últimos casos relacionados à rede Chipotle.
Marler acaba de publicar em uma revista online, a Bottom Line Health, uma lista com seis alimentos que, segundo ele, jamais comeria. 
Veja abaixo:
1. Leite e sucos sem pasteurização
Segundo Marler, estes alimentos podem estar contaminados com vírus, parasitas e bactérias como a Salmonella, E. coli e Listeria.
O CDC informa que, entre 1993 e 2006, cerca de 1,5 mil pessoas ficaram doentes nos Estados Unidos por consumir leite "cru", sem pasteurização, ou queijos produzidos com este tipo de leite.
O leite sem pasteurização tem 150 vezes mais chances de causar doenças do que os produtos lácteos pasteurizados.
O mais seguro é verificar se a embalagem do suco tem uma etiqueta afirmando que "este alimento foi pasteurizado"
E a mesma advertência se aplica aos sucos não pasteurizados, muitos populares em lojas de produtos saudáveis ou comprados nas ruas, feitos de frutas, que podem conter bactérias perigosas.
De acordo com Marler, o mais seguro é verificar se a embalagem do suco tem uma etiqueta afirmando que "este alimento foi pasteurizado".

2. Brotos ou germinados (de soja, feijão, alfafa etc) crus
Desde o meio da década de 1990 os brotos crus ou levemente cozidos já foram ligados a mais de 30 surtos bacterianos nos Estados Unidos, principalmente causados por Salmonella e E. coli.
Em 2011, quase 4 mil pessoas ficaram doentes e 53 morreram devido a uma intoxicação na Alemanha cuja causa foi justamente a E. coli em brotos.
Em 2014, um surto de Salmonella em brotos de feijão levou 19 pessoas para o hospital nos Estados Unidos.
Marler afirma que todo tipo de germinado pode propagar uma infecção bacteriana que tem origem em suas sementes. Mas o especialista também acrescenta que, se os brotos forem bem cozidos, ele comeria sem problemas.

3. Carne malpassada (inclusive hambúrguer)
Para Marler, os hambúrgueres sempre devem estar bem cozidos.
"A razão de os produtos moídos serem problemáticos e necessitarem um bom cozimento é porque qualquer bactéria que está na superfície da carne pode contaminar o interior", afirmou.
Se a carne moída não for cozida a 70 graus interna e externamente pode causar intoxicação por E. coli, Salmonella e outras bactérias. 
Thinkstock
A carne moída tem risco de contaminação de bactérias como a E. coli
Marler afirma que também há problemas na técnica de maceração dos bifes: a prática de furar a carne com uma agulha para amaciá-la e que pode transferir micróbios da superfície para o interior da carne.
Se a carne está macerada, Marler afirma que prefere comer o bife bem passado. Se não está, escolhe o bife ao ponto.

4. Frutas e vegetais que se vendem lavados ou cortados, "prontos" para comer
"Fujo destes como se fosse uma praga", disse Marler.
O especialista afirma que quanto mais se manipula e processa um produto, maior é o risco de contaminação.
Nos últimos anos houve um grande aumento nas vendas de saladas, frutas ou verduras lavados, cortados e prontos para o consumo.
Para Marler, a "conveniência é maravilhosa, mas acho que, às vezes, não vale a pena assumir o risco".
O especialista compra frutas e verduras sem lavar nem cortar, em pequenas quantidades, e as consome em um prazo de três a quatro dias para reduzir o risco de listeria, uma bactéria letal que prospera dentro da geladeira.

5. Ovos crus ou semicrus
Apesar de no final da década de 1980 uma epidemia de Salmonella na Grã-Bretanha ter transformado o ovo em inimigo número um, muitas pessoas não deixaram de consumi-lo cru.
O ovo é um dos alimentos mais nutritivos e econômicos do mundo, mas tem muitos riscos.
E, para evitar doenças, os especialistas recomendam armazenar os ovos na geladeira e servi-los após cozimento.

6. Ostras e outros moluscos crus
Segundo Bill Marler os moluscos crus, principalmente as ostras, estão causando cada vez mais intoxicações.
A teoria do especialista é que o aumento da temperatura das águas do mar aumentou o desenvolvimento de micróbios. Portanto é preciso ter cada vez mais cuidado com estes produtos.
"As ostras são animais filtradores, quer dizer, recolhem tudo o que está na água. Se existe bactéria, ela entra em seu sistema e se você comer esta ostra terá problemas", afirmou. "Vi muito mais casos disto nos últimos cinco anos do que nos últimos 20. Simplesmente não vale a pena o risco", acrescentou.
Fonte: Uol notícias

Carro 0km 'enrosca' em teto de posto e cai de caminhão-cegonha

Um carro zero quilômetro que estava sendo transportado por um caminhão-cegonha ficou destruído após deslizar da plataforma do veículo e ficar "enroscado" no teto de um posto de combustíveis, na tarde desta quinta-feira (4), em Itapeva (SP).
De acordo com a Polícia Militar, o motorista do caminhão trafegava pela avenida Roberto Geminiani, na Vila Ophélia. Quando o caminhão entrou em uma rotatória em frente ao posto de combustíveis, um dos veículos deslizou da plataforma.
O carro ficou enroscado na cobertura do estabelecimento comercial e, logo depois, caiu. Apesar dos danos materiais, ninguém ficou ferido.
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Renato Gomes Teixeira, de 33 anos, trabalha próximo ao posto de combustíveis e afirmou em entrevista ao G1 que ficou impressionado ao ver o carro despencar do teto. “Foi impressionante ver o carro despencar do teto. Não é algo comum e eu nunca tinha visto. O medo era de ter alguém embaixo”, afirma.
Ainda segundo Renato, o acidente virou atração. “Muitos funcionários das lojas próximas saíram para ver o que tinha acontecido. O trânsito chegou até a parar e os motoristas tiraram muitas fotos. Foi a atração da tarde”, conta.
Carro destruiu teto de posto com batida em Itapeva (Foto: Renato Teixeira/TEM Você)
Carro ficou destruído após cair ao bater em teto de posto (Foto: Renato Teixeira/TEM Você)
Fonte: http://g1.globo.com

Vírus zika pode ser transmitido por beijo e urina

O presidente da Fiocruz, Paulo Gadelha, disse nesta sexta-feira (5), no Rio, que o zika vírus foi encontrado de forma ativa na urina e na saliva. A descoberta foi feita a partir da análise de amostras de dois pacientes com sintomas compatíveis com o vírus zika.
Segundo Gadelha, isso "muda o patamar e a forma que estamos tendo que desdobrar as pesquisas". No entanto,"o significado dessa descoberta na transmissão ainda deve ser esclarecido".
Os cientistas observaram que o material coletado nas amostras dos pacientes - além de conter a presença do vírus zika, confirmada pelos chamados testes PCR - também foi capaz de provocar danos em células em testes de laboratório.
Isso comprova a atividade viral, segundo os cientistas. Ainda assim, pesquisas aprofundadas serão necessárias para comprovar se necessariamente haverá infecção através de fluidos.
"O fato de haver um vírus ativo com capacidade de infecção na urina e na saliva não é uma comprovação ainda, nem significa que necessariamente o será, que há possibilidade de infecção de outas pessoas de maneira sistemica através desses fluidos", disse Gadelha.
"Antes, só foram encontradas partículas não infecciosas. Mas ainda é preciso pesquisar para saber se é possível que se infecte outra pessoa", reforçou.
Pesquisadores da Fiocruz anunciam descoberta sobre zika vírus em coletiva nesta sexta-feira (Foto: Henrique Coelho/G1 RJ)

Ministério da saúde pede cautela
Depois do anúncio da Fiocruz, o Ministério da Saúde recomendou que as pessoas adotem "cautela e prevenção" e reforcem medidas de higiene para evitar o contágio pelo vírus zika. Entre as medidas sugeridas estão evitar compartilhar objetos de uso pessoal, como escovas de dente e copos, e lavar as mãos com frequência.
A Fiocruz também fez uma série de recomendações. O cuidado com gestantes é uma preocupação da pesquisa, segundo Gadelha.
"Recomendamos às gestantes que evitem grandes aglomerações, que evitem que compartilhem copos e materiais levados à boca. Pessoas que convivam com gestantes e tenham sintomas de zika devem ter uma responsabilidade adicional", afirmou.
"A evidência de hoje não faz com que nos digamos às pessoas que elas não podem ir para o carnaval", acrescentou Gadelha. Perguntado sobre a situação dos solteiros no carnaval em relação à possibilidade de infecção por Zika através da saliva, ele enfatizou que o maior cuidado tem de ser com as gestantes. "O risco estará aumentando. Mas não temos isso (evitar o beijo) como uma medida de saúde pública, pelo amor de Deus. Pode beijar!", exclamou.
O fato de haver a possibilidade de contaminação por urina e saliva, segundo a Fiocruz, não diminui a necessidade de se combater o mosquito Aedes aegypti.
Apesar da descoberta, a Fiocruz acredita que não há possibilidades altas de contaminação por zika durante os Jogos Olímpicos do Rio, realizados em agosto.
"O mês de agosto é um mês de baixa transmissão vetorial. Já está sendo feito um trabalho para o controle de vetores. A população agora talvez entenda que tem que ajudar neste controle", afirmou Gadelha.
Regular para colaborar
O presidente da Fiocruz, Paulo Gadelha, afirmou que tem a informação de que algumas amostras brasileiras de zika já começaram a ser enviadas para a Organização Mundial de Saude, mas alertou que é preciso regulação para que haja uma melhor colaboração com a comunidade científica internacional.
Uma reportagem da agência AP citou nesta quinta que, segundo cientistas estrangeiros, o Brasil não está compartilhando amostras do vírus como se espera. Gadelha é citado alegando ser ilegal enviar amostras desse tipo. O G1 ouviu o Ministério da Saúde e o Ministério do Meio Ambiente, e eles afirmaram que não haveria empecilho legal neste caso.
"Isso tudo tem que estar sob proteção e formas de regulação para que haja uma colaboração horizontal. Temos que ter cuidado também com a biopirataria, com a qual muitos países já sofreram", afirmou Gadelha. Segundo ele, há entraves na regulação que podem trazer "insegurança jurídica", detalhou.
"Há interpretação de quem um material genético seja patrimônio do vírus, ou seja, nacional. Outros acham que seja de patrimônio genético humano, então poderia ser levado a outros países", explicou.
Fonte: http://g1.globo.com

PM se passa por garota de programa em MT e prende traficante em boate

Uma policial militar de Nova Ubiratã, a 506 km de Cuiabá, ganhou fama na região onde vive após se passar por uma garota de programa para prender um traficante. Lorrayne Neves, única policial do sexo feminino do município, entrou em contato por telefone com o homem, que foi capturado após revelar onde estava e esperar pela policial que havia dito que iria ajudá-lo a fugir, na segunda-feira (1º).
Acusado de tráfico, o homem de 22 anos estava com o mandado de prisão em aberto. Naquele dia de manhã, a polícia foi até a casa dele para tentar prendê-lo e, no local, encontrou a mulher dele, que foi presa. Duas crianças, filhas do casal, foram encaminhadas para o Conselho Tutelar. Na residência, foram encontrados 145 gramas de maconha.
Lorrayne Neves manteve contato com traficante por telefone (Foto: Arquivo pessoal/ Lorrayne Neves)
A policial contou que a ideia de tentar enganar o criminoso surgiu quando estava na casa dele para cumprir o mandado de prisão junto com outros colegas. A mulher dele tentava manter contato com ele para tentar identificar onde ele estava e a policial decidiu tentar também.
“Foi uma aposta, como já tinha achado a droga na casa dele, decidi ligar. Pensei: ‘vai que dá certo’. Apesar disso, não imaginei que pudesse funcionar. Estava duvidando um pouco que ele iria acreditar na minha história”, revela.
A policial fez várias ligações para o homem que acabou atendendo uma delas. Ela fingiu ser uma das garotas de programa de uma boate da cidade e afirmou que gostaria de comprar entorpecente.
“Inventei na hora o nome de Luana e comecei a falar com gírias. Ele acabou me contando que a polícia estava a procura dele e que ele estava tentando fugir. Me ofereci para ajudar de alguma forma, mas ele não acreditou direito e depois nem atendeu mais o telefone”, explica.
Depois de algumas horas sem resposta, ela recebeu o retorno. Ela conta que “se fingiu de difícil” para despistar ainda mais. “Falei que queria ajudá-lo, mas que estava com medo e que não queria ser presa”, argumenta.
Mulher de suspeito de tráfico de drogas também foi presa
(Foto: Ubiratã 24 Horas)
Nesse momento, o foragido afirmou à policial que ela poderia ficar tranquila e contou o seu plano de fuga. O homem também contou que estava na boate onde a suposta garota de programa trabalhava e que ela poderia o encontrar lá.
A soldado relata que preparou, junto com outros seis policias militares da cidade, um cerco para prender o suspeito. Eles chegaram ao local sem farda e, mesmo assim, quando o homem os viu, tentou correr depois de perceber que eles estavam armados e suspeitou que seriam policiais.
O jovem foi encurralado, capturado e levado para a delegacia da cidade. Ainda nesta semana, o homem foi encaminhado para o presídio Osvaldo Florentino Leite Pereira, em Sinop, a 503 km da capital, onde deve aguardar julgamento.
De acordo com o sargento Otávio Sanches, da Polícia Militar de Nova Ubiratã, o suspeito de tráfico já tinha sido preso por integrar um grupo que planejava explodir caixas eletrônicos em cidades vizinhas e é conhecido pelo comportamento agressivo.
“Ele é bem conhecido na região, principalmente pela polícia. Ele é muito arrogante e adora encarar e responder os policiais. Por causa disso, as pessoas têm medo dele”, argumenta. A soldado Lorrayne afirma que ele já chegou a confessar que “irá voltar a traficar porque não sabe fazer outra coisa da vida”.
Fonte: http://g1.globo.com
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