03 agosto 2016

Popularidade de Procurando Dory ameaça a espécie do peixe cirurgião-patela

Assim como ocorreu com o peixe-palhaço depois da estreia de Procurando Nemo, em 2003, a demanda da compra por peixes da espécie cirurgião-patela, como a Dory, aumentou significativamente com a exibição da sequência nos cinemas. 
A popularidade da peixinha famosa por ter a memória curta elevou a curiosidade do público quanto aos peixes blue tang, nome usado nos Estados Unidos para a espécie da Dory, o que ameaça a existência do peixe na seu habitat natural, que está sendo cada vez mais comprado para aquários. A preocupação pelo efeito colateral, que contradiz a mensagem de ambos os filmes, já apresentou manifestações de ativistas antes mesmo da estreia de Procurando Dory nos cinemas.
Com o retrospecto da procura por peixe-palhaço após o primeiro filme, ativistas da organização Saving Nemo Conservation Fund compartilharam uma petição que solicitava que a Disney e a Pixar tomassem precauções quanto à segurança dos peixes da mesma espécie da Dory, com o objetivo de fazer um aviso educativo antes da exibição da animação nos cinemas. Porém, a atitude do público se manteve similar ao caso dos peixes-palhaço e o cirurgião-patela está cada vez mais próximo da extinção em locais específicos. De acordo com a organização, cerca de 400 mil peixes desta espécie são retirados anualmente do seu ambiente natural para viverem em cativeiros e serem criados como peixe de estimação. 
Procurando Dory já bateu recordes, sendo a animação mais vista nos Estados Unidos e em nono lugar na lista das maiores bilheterias do país, com U$ 460, 2 milhões. Além disso, Dory também apresenta altos números nas bilheterias brasileiras, com quase 7 milhões de espectadores após quatro semanas em cartaz.
Fonte: Adoro Cinema

Rejeitado pela mãe após nascer sem pelo, bebê ovelha ganha casaco de lã para se proteger do frio

Um filhote de ovelha que nasceu sem sua própria proteção de lã ganhou um casaco para protegê-lo do frio.
Casaco foi feito especialmente para proteger Skippy do frio (Foto: BBC)
Nascido em meados de abril em uma fazenda do condado de Wiltshire, no sudoeste da Inglaterra, o jovem cordeiro foi batizado como "Skippy" por "se parecer com um canguru". Em inglês, "skip" significa "pulo".
Descrito como uma "aberração da natureza" pela fazendeira Sally-Ann Fisher, ele foi "completamente abandonado" por sua mãe e, agora, está sob os cuidados de Fisher e dos empregados do local.
"Fizemos uma pequena jaqueta para mantê-lo aquecido à noite", diz ela.
Fisher conta que, a princípio, ninguém se deu conta de que o fato de o filhote nascer sem lã era um "problema de saúde".
"Ele teve uma grande falta de sorte, mas está muito bem", afirma.
Hannah Park, da Associação Nacional de Ovelhas, diz que esta condição "não é algo comum".
"Algumas raças com menos lã podem ser suscetíveis a isso, mas é extremamente raro e algo que não estamos acostumados a ver", diz Park.
Condição é incomum entre estes animais, diz especialista (Foto: BBC)
Fonte: BBC Brasil e G1

Leite de barata tem 3 vezes mais energia que o de vaca, diz estudo

O leite de uma única espécie de barata, a Diploptera punctata, é altamente nutritivo, demostraram pesquisadores do Instituto para Biologia de Células-Tronco e Medicina Regenerativa em Bangalore, na Índia.
A reprodução das baratas geralmente ocorre com ovos, mas, nesta espécie específica, os embriões crescem e se desenvolvem num órgão especializado dentro da mãe, que os alimenta com o leite. Uma vez ingerido pelos embriões, o líquido se transforma em cristais.
Os pesquisadores fizeram um pequeno corte no intestino médio dos embriões e analisaram a substância. O resultado do estudo aponta que o leite da barata tem três vezes mais energia que o das vacas. Ele é formado por gorduras, açúcares e proteínas.
Então ele poderia ser uma alternativa de alimento para humanos no futuro? Em entrevista ao jornal "The Washington Post", o bioquímico e pesquisador Ramaswamy disse que o leite de barata “tem um gosto que não se parece com nada em especial”, segundo um amigo que experimentou. De acordo com Ramaswamy, o maior desafio é convencer os humanos a consumir algum produto que tenha leite de barata. "Não acho que alguém vai gostar se você disser: 'Nós extraímos cristais de uma barata e isso será comida'", disse ao jornal.
Além disso, as baratas não têm mamilos, o que poderia dificultar a extração do material. Ramaswamy também disse que estudos futuros devem avaliar se o leite é tóxico para seres humanos. "Eu posso vê-lo [leite de barata] em bebidas de proteína", completou.
'Leite de barata' é 4 vezes mais nutritivo que o de vaca (Foto: International Union of Crystallography)
Fonte: G1 e BBC Brasil

Jovens estão cheirarando chocolate na Europa

Morder um chocolate é capaz de levantar o ânimo de muita gente. Uma nova moda na Europa, no entanto, subverte essa ideia: alguns estão optando por aspirar o alimento em vez de devorá-lo.
O pó de cacau se transformou em uma alternativa que muitos dizem ser "saudável" para quem deseja ir para a balada sem tomar drogas. O uso vem aumentando em eventos alternativos europeus, em meio a preocupações sobre possíveis efeitos tóxicos.

Origem
A moda nasceu de uma ideia de um dos principais chocolatiers do mundo, o belga Dominique Persoone. Em 2007, ele criou um dispositivo para cheirar chocolate em pó, da mesma forma que drogas como cocaína são aspiradas.
A empresa de Persoone, a Chocolate Line, afirma já ter vendido 25 mil unidades do dispositivo. Cada "máquina de cheirar chocolate" vem com uma mistura para o consumidor aspirar. Persoone afirma que só conseguiu chegar à mistura certa após várias tentativas.
Dominique Persoone inventou um dispositivo para cheirar o cacau em uma mistura 'gourmet' (Foto: The Chocolate Line/Divulgação)
O chocolatier começou provando o cacau puro, mas percebeu que não era suficientemente forte. Então misturou o pó de cacau com pimenta malagueta, mas a mistura era dolorosa demais para se aspirar.
Finalmente ele conseguiu chegar ao que considerou a "mistura ideal": pó de cacau com hortelã e gengibre, colocado em um dispositivo com uma espécie de "lançador" em formato de colher que, acionado, dispara o pó para a narina.
"O hortelã e o gengibre ativam seu nariz. Daí o sabor deles diminui e o chocolate fica no cérebro", costuma dizer Persoone.
Euforia e efeitos colaterais
O cacau provoca uma injeção de endorfinas no sistema circulatório, o que pode resultar em euforia. Também tem doses altas de magnésio, o que relaxa os músculos, e de flavonoides, que melhoram a circulação e a função cognitiva, segundo estudo publicado pela Revista Americana de Nutrição Clínica.
Outro estudo, de abril de 2016, sugere que o chocolate amargo melhora o rendimento durante o exercício por deixar as pessoas mais rápidas e eficazes na realização de uma tarefa física.
No entanto, fica a dúvida: é perigoso aspirar o cacau? A pergunta ainda é difícil de ser respondida, já que não há registros de risco ou vício em pó de cacau. "Os efeitos de cheirar chocolate não foram estudados", disse Andrés Herane, médico psiquiatra que pesquisa depressão e estresse no King's College de Londres.
Mas isso não quer dizer que o pó de cacau seja totalmente inofensivo. "O chocolate tem muitas propriedades que o transformam em uma substância viciante e, obviamente, tem um efeito no cérebro", acrescentou Herane.
O médico afirma que há pesquisadores, inclusive ele, que acreditam que o chocolate deveria ser classificado como droga. "Há um efeito de busca compulsiva que implica que quem o consome precisa aumentar cada vez mais a dose para sentir o mesmo efeito de prazer."
E cheirar o chocolate tem um efeito muito mais imediato que comer. "Vai dos pulmões diretamente ao sangue, que o leva para o cérebro. É um efeito 'peak' (de auge) mais alto, mas com uma duração menor. Por isso, os que cheiram substâncias precisam fazer isso várias vezes em um período relativamente curto e têm maior risco de vício, porque a vida média (da substância no corpo) é mais curta", afirmou.
E isso sem levar em conta que o chocolate foi criado para ser comido, e não para ser aspirado. "Cheirar chocolate em pó não é seguro, porque (se trata de) uma substância estranha e tóxica no nariz", afirmou Jordan Josephson, otorrinolaringologista do Hospital Lenox Hill, de Nova York, consultado pela revista Science.

Festa
A tendência de cheirar chocolate começou a aparecer em algumas festas alternativas da Alemanha e do norte da Europa. Uma das mais famosas é a Lucid, no clube Alchemy Eros, de Berlim. Os frequentadores da festa, que acontece um domingo por mês, dançam até o dia seguinte com apenas um estimulante: o cacau.
"Não servimos bebidas alcoólicas, mas isso não significa que somos 'anti' tudo. Servimos vários remédios estimulantes, como o cacau puro", afirmam os organizadores no site da festa. A BBC entrou em contato Ruby May, principal organizadora da festa. E ela afirmou que não irá mais falar sobre o assunto.
May explicou que, depois de dar uma série de entrevistas, "fomos tão distorcidos que decidimos não dar mais nenhuma declaração". Há informações de que a tendência já tenha atravessado o oceano Atlântico até os Estados Unidos.
Bárbara Carreño, porta-voz do órgão de combate às drogas dos Estados Unidos, a DEA, disse que não pode interferir no uso de "substâncias não controladas (pela Lei de Controle de Drogas)", como é o caso do cacau.
Fonte: BBC Brasil e G1

Prostituta foge após ficar assustada com tamanho de pênis de cliente

 Segundo o site "Nairobi Wire" e a emissora de TV "HLN", a mulher permaneceu por 15 minutos no quarto de um turista estrangeiro, mas fugiu quando viu que o homem era bem dotado.
 “Estou nesse negócio há mais de dez anos, mas nunca me deparei com o que eu vi dentro daquele quarto. Esse homem era extremamente bem dotado”, disse a prostituta.
 "Se não tivesse fugido, poderia ter morrido ou ter que fazer pontos”, acrescentou.
 Um outro hóspede fotografou com seu celular a mulher enquanto ela fugiu do hotel.
Prostituta fugiu após ficar assustada com tamanho de pênis de cliente. (Foto: Reprodução)
Fonte: G1
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