31 julho 2013

Uma besta aterradora, imagens de um tubarão monstruoso capturado

As origens dessas imagens, assim como o local e em que circunstâncias foram realizadas são desconhecidas, as fotos que parecem ser um tanto antigas mostram um tubarão de tamanho monstruoso, de proporções fora do comum, que sem sombras de dúvidas está presente no imaginário popular e que certamente provocaria pesadelos a noite ou causaria terror em qualquer um que cruzasse o caminho em mar aberto com esta besta aterradora.
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Por que o nariz escorre quando choramos?

Porque quando choramos produzimos mais acetilcolina, um neurotransmissor que aumenta a quantidade de secreção nasal. Quando rolam as lágrimas, ela é liberada pelo sistema nervoso parassimpático e faz a mucosa nasal, a parede interna do nariz, produzir mais secreção, formada por muco e por um fluido chamado transudato seroso. "O organismo produz, em média, 2 litros desse líquido por dia. Ele deixa o ar que respiramos mais úmido e é reabsorvido sem notarmos", diz Fabio Pinna, otorrinolaringologista do Hospital das Clínicas de São Paulo. A acetilcolina ainda diminui a freqüência cardíaca, dilata as pupilas, aumenta a salivação e o diâmetro dos vasos sanguíneos. Por causa disso, a região do nariz incha, levando a uma resistência à passagem do ar. E, com a secreção, entope mesmo! A consistência da secreção varia, mas é mais líquida que o ranho - espesso porque leva restos de células inflamatórias oriundas de gripes e sinusites.
Lágrimas e fungadas
Do começo do choro à produção da secreção são apenas alguns segundos
1. Você passou por uma situação de extrema tristeza. Na mesma hora em que vai batendo aquela emoção incontrolável, seu cérebro envia estímulos para as fibras do sistema nervoso parassimpático espalhadas por várias partes e órgãos do corpo
2. Quando as terminações nervosas do sistema parassimpático estimulam as glândulas lacrimais, localizadas acima das órbitas oculares, começa a choradeira. As lágrimas descem pela superfície dos olhos e um pouco cai direto pelo duto nasal
3. Enquanto isso, a acetilcolina do sistema parassimpático provoca o aumento da secreção do nariz, produzida por células e glândulas da mucosa nasal. A maior quantidade de secreção quando se chora não tem nenhuma função específica
4. Pouco depois, começa o funga-funga e escorre do nariz uma mistura de secreção nasal e lágrimas. Ao parar de chorar, isso diminui por não haver mais lágrimas saindo pelo duto nasal, mas a acetilcolina produzida ainda age no corpo por um tempo

Cacto alucinógeno clandestino atrai turistas em deserto do México

Depois de caminhar horas debaixo do sol, Gisele Beker, uma argentina de 26 anos, se adentra no vasto e espinhoso deserto de Wirikuta, no norte do México, em busca do peiote, um cacto alucinógeno proibido que os indígenas da região consideram sagrado.
Três amigos mexicanos a acompanham nesta aventura clandestina que a cada ano leva centenas de jovens locais e estrangeiros à terra ancestral dos índios wixárika (huicholes, em espanhol), convertendo esta remota zona do estado de San Luis Potosí em um famoso lugar de peregrinagem mística desde o fim dos anos 1970.
Nada freia os turistas. Nem o agreste caminho, nem os oxidados cartazes que lembram que  "a extração e o tráfico de peiote é delito federal". Apenas ao escutar as palavras mágicas "queremos ir ao deserto", os guias da região identificam os interessados e oferecem em voz baixa seus serviços.
Mas Gisele e seus amigos, César, Eliana e Martín, preferem se lançar por sua conta ao deserto para desfrutar dessa viagem "introspectiva".
Depois de alguns minutos de caminhada, aparecem os pequenos cactos verdes e sem espinhas, endêmicos do norte do México e do sul do Texas (EUA), repletos de mescalina, um potente alcaloide alucinógeno.
Começam os rituais: pedir permissão ao deserto de Wirikuta, onde os huicholes acreditam que se criou o universo e que a Unesco incluiu em 1988 em sua Rede Mundial de Lugares Sagrados Naturais. Depois há que se deixar uma oferenda à planta, cortar só a carapaça, colocar um pouco de água no peiote e em seguida começar a comer seus "gomos".
"É como uma fruta, carnosa, mas muito amarga", descreve Gisele.
Turista come o peiote no deserto do México (Foto: Alfredo Estrella/AFP)
Peiote, cactus alucinógeno do deserto mexicano (Foto: Alfredo Estrella/AFP)
Turismo controverso
Nos semiabandonados povoados dos arredores do deserto, em especial em Real de Catorce, antigo assentamento de mineiração convertido em ponto neurálgico para o turismo místico, não são poucas as histórias que se escutam sobre más experiências de visitantes que tiveram até que ser internados em clínicas psiquiátricas.
Um dos moradores lembra que há algum tempo uma turista anericano morreu no deserto após mesclar o peiote com outras drogas, e que as autoridades culparam os indígenas pelo problema.
O turismo é o principal sustento do povoado, que tem 10 mil habitantes: 40% dos visitantes são estrangeiros, que chegam principalmente dos EUA, da Espanha, da Itália e da Argentina.
O crescente turismo místico preocupa o prefeito da cidade, Héctor Moreno, que reconhece que falta "infraestrutura" para controlar o consumo clandestino e o tráfico ilegal desta planta, que só está permitida para uso em costumes huicholes. "O peiote é exclusivamente para a cultura huichol. Aos demais, nos corresponde promover o respeito, cuidado e conservação", afirma.
Ritual inclui molhar o cacto com água (Foto: Alfredo Estrella/AFP)

Paródias pornôs com super-heróis fazem sucesso nos EUA

Antes filmadas com baixo orçamento e destinadas a um nicho pequeno do mercado de entretenimento adulto, as paródias pornôs voltaram a ser um das principais tendências desse mercado de produção pornográfica.
Focando principalmente em super-heróis, os filmes são produzidos com efeitos especiais de primeira, roteiros mais complexos, atores que realmente dramatizam e com fantasias extremamente precisas, muito próximas àquelas utilizadas pelos heróis no cinema.
Entre os títulos, estão personagens conhecidos como Batman, Mulher-Maravilha e até uma versão do recém-lançado “Homem de Aço”, estrelando o Super-Homen. O título adulto é idêntico ao filme original, com a adição do prefixo que identifica o gênero: “Homem de Aço XXX: uma paródia pornô”.
Ator pornô Ryan Driller posa como Super-Homem durante filmagem de filme adulto (Foto: Vivid Entertainment Group/AP)
Ator pornô Ryan Driller posa como Super-Homem durante filmagem de filme adulto (Foto: Vivid Entertainment Group/AP)
Com enredos de super-heróis, como a Mulher-Maravilha, paródias pornôs voltaram a ser um nicho popular no mercado adulto (Foto: Vivid Entertainment Group/AP)
Com enredos de super-heróis, como a Mulher-Maravilha, paródias pornôs voltaram a ser um nicho popular no mercado adulto (Foto: Vivid Entertainment Group/AP)
'Batman pornô' posa para foto. Produções contam fantasias fidedignas e efeitos especiais profissionais (Foto: Vivid Entertainment Group/AP)
Imagem mostra bastidores do filme 'Homem de Aço XXX: uma paródia pornô'  (Foto: Vivid Entertainment Group/AP)
Imagem mostra bastidores do filme 'Homem de Aço XXX: uma paródia pornô' (Foto: Vivid Entertainment Group/AP)

Mergulhador encontra tubarão de dois metros amarrado e esfaqueado no fundo do mar

Um mergulhador se surpreendeu ao dar de cara com um tubarão com cerca de dois metros e 120 quilos, amarrado no fundo do mar da Austrália, e esfaqueado no peito. Em entrevista ao site Courier Mail, Robb Westerdyk disse que nunca havia se deparado com uma cena desse tipo, tão “bárbara”.
O australiano mergulha há 40 anos, e estava nadando com alguns amigos depois de explorar um naufrágio ali perto, no estado de New South Wales.
- No final do nosso mergulho, nos deparamos com essa cena de barbárie, um tubarão-mako de dois metros amarrado pela barbatana. Isso deve ter sido feito por algum pescador que não deveria estar por ali, já que a área é de preservação ambiental - disse o australiano.
Westerdyk trabalha em construção civil e faz fotos subaquáticas de maneira amadora. Ele registrou a cena e cortou a corda que amarrava o tubarão. O animal afundou em seguida.
- Foi horrível ver isso - frisou.
O australiano acredita que o tubarão já estava morto há alguns dias. Isso porque poucas pessoas mergulham no local - uma reserva ambiental na cidade de Adelaide - durante a semana. O grupo em que ele estava foi o primeiro a ver o animal naquela situação, no sábado.
Robb Westerdyk não sabe quem fez aquilo, nem o porquê. Ele imagina que pode ter sido um pescador fazendo piada com outros pescadores, ou tentando assustar mergulhadores.
- Mas em 40 anos de mergulho, nunca vi nada assim - repetiu. - É um ato sem sentido, tirar a vida do animal assim, sem qualquer propósito.
O animal estava morto há dias

30 julho 2013

Guerreiros

Olhai o mundo de injustiças e sofrimento ao redor. Talvez você já nem consiga fazer isso, ante a própria dor que sente. 
Todo mundo sofre.E alguns sofrem insuportavelmente, até a morte. 
Não, nem o mundo nem a vida são um mar de rosas. É preciso ter muita garra e disposição para enfrentar não só a miséria, a violência ou as doenças e tragédias que nos acometem. É preciso prostrar-se como um guerreiro em todas as situações, mas principalmente contra a falta de Amor, contra a Indiferença, a Ambição e a Deslealdade de muitos. 
É preciso ir à Guerra cientes de que não é apenas a espada, a armadura, o escudo e a lança que fazem o guerreiro, mas, sobretudo, a Paixão e o Espírito. 
São, portanto, as principais armas de um guerreiro, seu coração e sua alma, coisas que ele precisará pôr em tudo, pois este mundo ainda pensa muito individualmente e quase nada coletivamente. 
E para este pensamento mudar, será preciso que muitos guerreiros se unam na difícil tarefa de conseguir oferecer uma rosa para aquele que lhe fere o peito.
Augusto Branco

Myxini, uma criatura bizarra de mais de 500 milhões de anos

O peixe-bruxa ou Myxini (do grego myxa, muco) é mais um daqueles animais marinhos difíceis de classificar devido suas características únicas  e, por causa de sua linhagem primitiva, não se tem certeza nem se é correto defini-lo como “peixe”.Apesar de às vezes serem referidos como enguias, isso também não está certo. A única coisa relacionada a esse animal que é quase um consenso entre a comunidade científica e a mídia popular, é que ele seria a criatura mais nojenta de todo o oceano. Seu mecanismo de defesa, consiste em expelir um muco viscoso que, quando entra em contato com a água ao seu redor, transforma-se num gel grosso e grudento em segundos.A gosma é tão eficiente que prende o próprio peixe, que é capaz de escapar dela dando nós em seu corpo.
Um peixe-bruxa adulto produz muco suficiente para transformar 20 litros de água em gel em questão de minutos.
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Fotos que parecem ‘photoshopadas’, mas não são (Parte 2)

Já navegou pela internet e deu de cara com imagens tão curiosas que parecem falsas? Nesta compilação de fotos você confere algumas delas.
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Apenas dois engenheiros da Disney trabalhando em um “homem das cavernas” animatronics, em 1964.
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Esse rapaz é Aditya Dev, reconhecido em 2006 pelo Guinness como o menor fisiculturista do mundo. Infelizmente, porém, ele faleceu em 2012 com a idade de 23.
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Várias fotos do mesmo avião? Não, apenas os Blue Angels voando em formação e clicados no momento certo.
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Não é um desenho de uma árvore ou imagem gerada no computador, mas uma fotografia aérea do leito de um rio seco no México.
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Vai dizer que você nunca viu alguém jogando tênis nas asas de um biplano antes?
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Este é o Canyon-Vermilion Cliffs, em Utah.
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sta é uma réplica de arame em tamanho natural de um Corolla colocado numa rua pelo artista Benedict Radcliffe.
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Esta é uma mosca verdadeira com óculos reais. Ela foi submetida a um concurso em 2005 para mostrar os avanços da tecnologia de corte a laser.
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Este é o resultado de um avião que chocou-se contra o Empire State Building, em 1945.
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O resultado de um derramamento químico tóxico na Hungria.
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Sim, um gato !
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Esta é uma obra de arte criada por um artista chamado Motoi Yamamoto. Totalmente feita de sal.

Mulher quase tem orgasmos com vibração de som de carro

Tenho certeza que “tremeu na base”. Vibra tudo, mesmo!

A pílula da inteligência

Fim dos anos 70. Um laboratório francês começa a procurar soluções para a narcolepsia, um distúrbio que causa sonolência excessiva durante o dia e afeta 0,2 a 0,5% da população mundial. Depois de muitos anos de pesquisa, os cientistas chegam a uma droga promissora, que aparentemente não tem os efeitos colaterais dos outros tratamentos. Ninguém sabe exatamente como ela funciona (parece alterar os níveis de vários neurotransmissores, como dopamina, serotonina e noradrenalina, e com isso facilitar a comunicação entre os neurônios), mas o fato é que funciona. E o melhor: não provoca euforia, não dá barato e não vicia - os grandes problemas dos remédios até então usados para tratar a narcolepsia. O novo medicamento é batizado de modafinil e lançado na França em 1994. Logo atrai o interesse dos militares. O Exército francês, e depois o americano, começaram a testar o remédio. O objetivo não é criar uma safra de guerreiros superinteligentes - é simplesmente evitar que durmam. E funciona. "O modafinil permite que indivíduos saudáveis fiquem acordados por mais de 60 horas, sem efeitos colaterais", conclui um estudo do governo francês. Imagine só. Um soldado que consegue ficar quase três dias sem dormir, sem nenhuma perda de desempenho mental. Ideal para a guerra. E o modafinil foi se espalhando. Hoje, ele é distribuído de forma rotineira aos militares americanos (principalmente pilotos da aeronáutica e soldados que precisam trabalhar durante a noite).
Com tanta popularidade, a droga começa a atrair a atenção dos cientistas civis. Em 2003, pesquisadores da Universidade de Cambridge decidem testar o remédio em 60 voluntários saudáveis e descansados. E descobrem um efeito surpreendente. Sob efeito da droga, eles tiveram desempenho bem melhor em alguns testes cognitivos. Ou seja: tecnicamente, o remédio fez com que os voluntários ficassem mais inteligentes. Eles se sentiram muito bem e não sofreram nenhum efeito colateral. Um remédio seguro, que não tem consequências ruins e melhora o funcionamento do cérebro?
Foi o suficiente para explodir o interesse no modafinil, que começou a ser apresentado pelo fabricante (a empresa americana Cephalon, que comprou o remédio dos cientistas franceses) como uma solução para quem vive cansado e deseja ter mais energia no dia-a-dia - o laboratório tentou aprovar sua droga até como remédio para jet lag. Essa ofensiva de marketing foi considerada irresponsável pelo governo americano, que aplicou uma multa milionária no laboratório. Mas isso não foi o suficiente para brecar a mania do modafinil, cujas vendas quintuplicaram e bateram em US$ 1 bilhão anuais. E isso só nos EUA, sem contar os outros países (entre eles o Brasil, onde a droga foi lançada este ano).
Apesar de todo esse entusiasmo - ou exatamente por causa dele -, você deve estar se fazendo algumas perguntas. Será que, como acontece em tantos casos que envolvem a indústria farmacêutica, não existe um exagero nisso tudo? Será que, com o uso contínuo, a longo prazo, drogas como o modafinil não podem fazer mal? E será que é uma boa ideia mexer com a química do cérebro? Muitos cientistas têm levantado essas questões, ainda sem respostas definitivas (mais sobre isso daqui a pouco). Quem toma remédios para turbinar a própria cabeça está assumindo um risco sério. Mas não é difícil entender por que cada vez mais pessoas fazem isso. Afinal, a busca por substâncias capazes de nos tornar mais espertos é um sonho que se perde na noite dos tempos. Sem exagero: desde que a civilização existe, tem gente querendo melhorar seu desempenho intelectual.
Veja o caso dos soldados do Império Romano, por exemplo. Eles comiam alho puro, porque acreditavam que lhes dava inspiração (sem falar na prova de coragem que devia ser comer aquilo). Entre outros povos, o costume era beber cerveja - sim, cerveja! - na expectativa de que o álcool conferisse aos soldados a bravura necessária para combater. Conforme a química evoluiu como ciência, as drogas foram se sofisticando. E os intelectuais, caindo nelas. No século 16, o famoso filósofo Francis Bacon admitidamente consumia uma série de produtos - de tabaco a açafrão - na expectativa de tornar sua mente mais afiada. O escritor Honoré de Balzac, no início do século 19, tomava café aos montes para produzir, porque a bebida "afasta o sono e nos dá a capacidade de nos manter por mais tempo no exercício de nosso intelecto". E Sigmund Freud acreditava que a cocaína pudesse ser um poderoso auxílio para a mente. Mas os estimulantes só entraram na era moderna em 1929, quando o químico Gordon Alles introduziu o uso médico das anfetaminas (para tratar asma e bronquite). Na 2a Guerra Mundial, elas já tinham feito a cabeça das pessoas - tanto os nazistas quanto os aliados distribuíam a droga a seus soldados no front. Deve ter sido, além de a mais violenta, a guerra mais insone e neurótica de todos os tempos. Afinal, como você já deve ter ouvido falar, as anfetaminas são estimulantes fortíssimos - e tão viciantes quanto as piores drogas ilegais.
A busca por um turbo mental mais seguro começou a se sofisticar em 1956, quando surgiu o metilfenidato - mais conhecido por seu nome comercial, Ritalin. Esse composto químico é um derivado das anfetaminas, supostamente com efeitos mais leves e controlados. Os cientistas desenvolveram a droga para tratar distúrbio de déficit de atenção, depressão e outras condições médicas. Mas, sem saber, eles estavam lançando a pedra fundamental da indústria das drogas da inteligência - pois haviam criado o primeiro estimulante razoavelmente seguro. Ele não é inofensivo. Na verdade, pode ser muito perigoso (leia mais a seguir). Mas é considerado seguro o bastante para ser receitado a milhões de crianças em todo o mundo - e, até o surgimento do modafinil, era a droga preferida de quem busca turbinar a própria cabeça.
Todos esses remédios foram criados com outros fins. Mas já existem drogas sendo desenvolvidas especificamente com o objetivo de turbinar o cérebro de pessoas saudáveis. Essas pesquisas ainda estão muito no começo, e algumas companhias farmacêuticas que foram fundadas para focar exclusivamente esse mercado estão tendo dificuldades em se manter. A que parece mais adiante é a americana Helicon, que tem por missão produzir medicamentos voltados para melhorar a memória de pessoas saudáveis. Até agora, nenhum dos compostos testados pela companhia atingiu uma fase de testes clínicos avançados, com grande número de pessoas, em humanos. Mas por que tanta dificuldade? Porque hoje em dia o principal jeito de desenvolver novas drogas é testá-las em seres vivos (primeiro animais, depois pessoas). Só que é muito mais fácil conseguir aprovação para testes de uma droga que vai mexer com o cérebro se ela estiver voltada para pessoas doentes do que tentar fazer esse mesmo teste num monte de gente saudável. Ainda assim, como mostra o hit modafinil, existe uma demanda por remédios que melhorem o cérebro. E, mesmo que em passo de tartaruga, as pesquisas da Helicon certamente darão frutos nos próximos anos. O doping intelectual chegou para ficar. E vai mudar o mundo.

29 julho 2013

A arte de ser feliz

Houve um tempo em que minha janela se abria
sobre uma cidade que parecia ser feita de giz.
Perto da janela havia um pequeno jardim quase seco.
Era uma época de estiagem, de terra esfarelada,
e o jardim parecia morto.
Mas todas as manhãs vinha um pobre com um balde,
e, em silêncio, ia atirando com a mão umas gotas de água sobre as plantas.
Não era uma rega: era uma espécie de aspersão ritual, para que o jardim não morresse.
E eu olhava para as plantas, para o homem, para as gotas de água que caíam de seus dedos magros e meu coração ficava completamente feliz.
Às vezes abro a janela e encontro o jasmineiro em flor.
Outras vezes encontro nuvens espessas.
Avisto crianças que vão para a escola.
Pardais que pulam pelo muro.
Gatos que abrem e fecham os olhos, sonhando com pardais.
Borboletas brancas, duas a duas, como refletidas no espelho do ar.
Marimbondos que sempre me parecem personagens de Lope de Vega.
Ás vezes, um galo canta.
Às vezes, um avião passa.
Tudo está certo, no seu lugar, cumprindo o seu destino.
E eu me sinto completamente feliz.
Mas, quando falo dessas pequenas felicidades certas,
que estão diante de cada janela, uns dizem que essas coisas não existem,
outros que só existem diante das minhas janelas, e outros,
finalmente, que é preciso aprender a olhar, para poder vê-las assim.
Cecília Meireles

Substâncias psicoativas

A adolescência é uma fase de mudanças, dúvidas e muita curiosidade. E, por isso, o período da vida de maior vulnerabilidade para o ingresso ao mundo das drogas. Pesquisas mostram que os adolescentes estão buscando essas experiências com substâncias psicoativas cada vez mais cedo. Em média, aos 12 anos e meio.
A Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar (PeNSE), realizada pelo IBGE em 2009, mostrou que mais de 70% dos estudantes brasileiros entre 12 e 17 anos já haviam consumido bebida alcoólica alguma vez e 24,2% já haviam fumado tabaco. Outros dados alarmantes: cerca de 22% já tinham ficado bêbados e quase 3% dos meninos fumam habitualmente, apesar de o Estatuto da Criança e do Adolescente proibir a venda de bebida alcoólica e cigarros a menores de idade.
Quando o assunto são drogas ilícitas, segundo o PeNSE, 8,7% dos jovens brasileiros em idade escolar admitiram já ter usado substâncias psicoativas  ao menos uma vez, sendo os meninos os usuários mais freqüentes de drogas como maconha, cocaína, crack, cola, loló, lança perfume, ecstasy, entre outras.
Além dos problemas inerentes ao vício, o abuso destas drogas está associado ao desenvolvimento das doenças que mais matam adultos hoje em dia, como câncer, diabetes e doenças cardiovasculares. Além de evitar também problemas em sociedade consequentes à dependência, como acidentes no trânsito e violências.   
Segundo Carla Dalbosco, diretora de Articulação e Coordenação de Políticas sobre Drogas, da Secretaria Nacional sobre Drogas, a família tem papel importante no não encaminhamento dos filhos para o mundo das drogas. Conversar de forma aberta sobre o assunto, dentro da realidade vivida pela família, é passo importante para desmistificar a droga e prevenir sobre seus malefícios à saúde. Com informação, os jovens podem aprender a evitar os riscos e buscar outras fontes de diversão. 

Bebê morre ao receber beijo do pai

Nascido cinco semana antes do previsto, o bebê Kaiden McCormick morreu de falência múltipla dos órgãos depois de receber um beijo de seu pai, Carl Maclaren
O bebê passou seis semanas internado sob tratamento intensivo, mas os médicos não conseguiram salvá-lo. Ele morreu aos dois meses de idade,
Seus pais ficaram chocados ao descobrir que o bebê morreu depois de ter contato com o vírus herpes simples, que acomete a maioria da população
A mãe, Marrie-Claire McCormick, 28 anos, contou que o pai está inconformado e se culpa o tempo todo pela morte do bebê. "Mas eu nunca culpei Carl. Ele foi um pai perfeito. Odeio vê-lo se punindo", disse.

O macaco veio do homem: conheça as descobertas mais recentes (e surreais) sobre nossos primos

Verdade nº 1: Chimpanzés também são gente
Eles têm mais genes em comum com você do que com um gorila, por exemplo. A diferença entre a composição do nosso DNA e a do DNA deles é de 1,6%, enquanto do deles para o dos gorilas fica em 2,6%. Parece pouco, mas significa muito: nós somos parentes mais próximos dos chimpanzés do que eles são de qualquer macaco.
A semelhança genética é tamanha que nem seria um absurdo tão grande dizer que o Homo sapiens é só mais um tipo de chimpanzé - tanto que Jared Diamond, um dos pesquisadores mais influentes de hoje, disse exatamente isso: que somos "o terceiro chimpanzé". Os outros seriam o próprio Pan troglodytes - nome científico desse nosso irmão arbóreo - e o bonobo, primo bem próximo do Pan troglodites (e nosso também). E isso é só o começo do que as pesquisas mais recentes têm a dizer sobre os chimpanzés.
Não é pouco - e significa mais ainda.
Verdade nº 2: Eles "vieram do homem"
Pense no seu avô. Agora no pai do seu avô. Agora no pai dele. Esse sujeito que provavelmente viveu no século 19 é o seu 3º avô. Seu 250 000º avô, por essa linha de raciocínio temporal, pisou na Terra há 6 milhões de anos. Entre os tata(...)tataranetos desse cidadão está você, o resto da humanidade e todos os 200 mil chimpanzés vivos. E o mais interessante: esse ancestral comum era mais "humano" do que chimpanzé, o que permite afirmar, com certa licença poética, que "eles vieram do homem". Não conhecemos fósseis desse ancestral, mas alguns cientistas estimam que ele era parecido com este hominídeo aqui, o Ardipithecus ramidus, de 4,4 milhões de anos. Sim, ele tem "cara de macaco", mas há detalhes bem humanos ali: primeiro, ele era bípede, enquanto os chimpanzés são quadrúpedes; segundo, os dentes caninos não são longos e afiados como o dos chimpanzés, mas gentis como os nossos. Ou seja: os chimpanzés são só uma versão especializada do nosso ancestral comum com eles - especializada em viver nas árvores e em matar com mais eficiência.
Verdade nº 3 - Eles fazem guerras
Que bandos de chimpanzés brigam entre si, não é novidade. Mas descobertas recentes mostram que essas lutas são mais estratégicas do que se imaginava: como os humanos, eles guerreiam por território. E roubam as fêmeas do inimigo. "Vimos que as vítimas preferidas são machos. Testemunhamos a morte de apenas uma fêmea [de um total de 21 baixas ao longo de uma década]", diz John Mitani, antropólogo da Universidade de Michigan que coordenou essa pesquisa em Uganda. Nessa Guerra dos Dez Anos acompanhada por Mitani e seus colegas, um dos grupos era sempre o agressor. Para eles, valeu a pena, já que seu território de 30 km2 ficou um quarto maior, aparentemente graças ao declínio populacional da concorrência. Outra tática: em vez de combates em campo aberto, os agressores preferem tocaias. Se um bicho do grupo rival tiver o azar de ser achado sozinho ou com só um ou dois companheiros, acaba sendo linchado pelos patrulheiros. Segundo Mitani, o combate letal entre grupos ocorre também no caso de carnívoros sociais, como leões, lobos e hienas. "Mas, até onde sei, essa tomada de território que vemos entre os chimpanzés não tinha sido descrita para essas espécies."
Verdade nº 4 - Eles adotam bebês
Perder a mãe ainda novinho é praticamente uma sentença de morte para a maioria dos filhotes de mamíferos, mas não para bebês chimpanzés da Floresta Nacional Taï, na Costa do Marfim. Pesquisadores liderados pelo suíço Christophe Boesch registraram a adoção de quase 20 desses órfãos, ao longo de 27 anos. Só a minoria dessas adoções foi uma iniciativa de parentes do bebê - em metade dos casos, veja só, quem adotou o filhote foi um macho.
Bebês chimpanzés dependem exclusivamente de leite materno durante os primeiros 20 meses de vida, em média. Mesmo depois de desmamados, passam vários anos recebendo comida da mãe e viajando encarapitados nas costas dela. No caso do grupo da Costa do Marfim, as fêmeas Totem e Nabu, que ainda mamavam, receberam leite de Tita e Malibu, suas mães adotivas. A pequena Gia, de menos de 3 anos, virou a protegida do macho Porthos, que a carregou para cima e para baixo durante um ano e meio e a protegeu mesmo durante um perigoso encontro com membros de outro grupo. E outro adulto, Fredy, passou 4 meses compartilhando seu ninho com Victor, que perdera a mãe antes de completar 3 anos.
Para Christophe Boesch, a explicação para as boas "taxas de adoção" em Taï é um tanto sombria: "A alta predação favorece a maior solidariedade dentro do grupo", afirma. Os predadores, por sinal, são dois: os leopardos e os humanos.
Verdade nº 5 - Eles pagam por sexo
Só não dá para usar o termo "prostituição" porque as damas que recebem o pagamento não são profissionais. A moeda de troca: carne fresca. A responsável pelo achado é a pesquisadora Cristina Gomes, do Instituto Max Planck, na Alemanha. Ela analisou 262 relações sexuais entre 5 machos e 14 fêmeas ao longo de 4 anos, na Costa do Marfim. Nessa região da África, os chimpanzés costumam suplementar sua dieta com carne de macaco (de outras espécies). Os machos são os principais responsáveis por caçar os macaquinhos, mas não comem a picanha sozinhos - dividem os despojos com fêmeas do bando. Cristina detectou que os machos que fornecem essa iguaria para as fêmeas dobram suas chances de levá-las para a moita mais tarde. Estatisticamente, o efeito da carne é bem mais impactante do que compartilhar outros tipos de comida, catar piolhos da fêmea ou mesmo defendê-la durante brigas. E nem é preciso trazer carne para a geladeira toda hora: uma única vez pode ser o suficiente, aparentemente porque as fêmeas se lembram da boa ação mais tarde.
Verdade nº 6 - Nós já fizemos sexo com eles (ou quase isso)
A ideia é defendida por alguns dos principais cientistas do Projeto Genoma, como Eric Lander, do MIT. Foram justamente análises sofisticadas do genoma de chimpanzés e humanos atuais que revelaram a Lander e cia uma situação estranha: duas grandes "camadas" diferentes de genes compartilhados entre as espécies. A camada mais antiga de genes, com diferenças mais marcantes de humanos para chimpanzés, indicaria uma separação evolutiva bastante remota entre as espécies, que teria acontecido em torno de 10 milhões de anos atrás. A segunda camada, no entanto, tem semelhanças bem maiores, indicando uma separação há 6 milhões de anos. A ideia é que essa variação se deva a uma separação paulatina das duas espécies. Após um "divórcio" há 10 milhões de anos, indivíduos das duas linhagens continuaram cruzando entre si. E só 4 milhões de anos depois a separação teria se consolidado.
Verdade nº 7 - Eles usam mais ferramentas do que a gente imaginava
Os melhores engenheiros entre os símios vivem numa região conhecida como Triângulo de Goualougo, na República do Congo. Os chimpanzés que habitam essa área de 250 km2 desenvolveram quase 30 formas diferentes de usar ferramentas, um recorde para a espécie (e para todo o mundo animal). Em muitos casos, esses usos envolvem kits especialmente preparados: eles combinam até 3 instrumentos para atingir um determinado fim - geralmente arranjar comida. As vítimas mais comuns são cupins e abelhas. Para atacar cupinzeiros, os macacos de Goualougo usam, primeiro, um bastão, arrombando a entrada do ninho com movimentos circulares. A seguir, o chimpanzé atacante emprega um galho relativamente mole, cuja ponta foi previamente modificada de modo a ficar desfiada, como se fosse uma escova. É que, quanto mais pontas no galho, mais cupins acabam mordendo as "cerdas", o que turbina o jantar do primata. Para obter mel, outra fonte apreciada de calorias, eles também usam 3 instrumentos. O primeiro é um galho grosso e forte para abrir o primeiro buraco na colmeia. Depois, um galho um pouco mais fino é usado para alargar essa abertura. E um graveto mais fino completa o serviço, fazendo o papel de talher. Embora a matéria-prima usada pelos bichos seja perecível, eles podem reutilizá-la por vários meses, deixando seus bastões "no jeito" perto de cupinzeiros, conta a bioantropóloga americana Crickette Sanz, que estuda os macacos de Goualougo.
Verdade nº 8 - Eles podem ter consciência da morte
Quem já enfrentou a morte de um parente próximo sabe como é terrível. Este foi o fardo da chimpanzé Rosie, nascida num zoológico de Stirling, na Escócia. A mãe dela, Pansy, morreu de causas naturais (a chimpanzé tinha mais de 50 anos, era idosa para a espécie), Rosie passou a noite seguinte praticamente em claro, sem sair de perto do cadáver. Nas semanas seguintes, ela não conseguia comer direito. Reações parecidas - sono inquieto, falta de apetite, silêncio - afetaram os companheiros de Rosie, o macho Chippy e a mãe dele, Blossom. As reações dos primatas foram filmadas e analisadas por pesquisadores da Universidade de Stirling. Para os cientistas, o caso sugere que os bichos possuem algo parecido com a consciência humana da morte, como a necessidade de ficar de luto e até reações de frustração e raiva diante do problema - Chippy chegou a agredir o cadáver da fêmea morta na manhã seguinte, aparentemente inconformado com a perda. O relato, por enquanto, é isolado, mas indica que mesmo as emoções que consideramos mais "humanas" estão presentes em animais complexos como os chimpanzés - e que o desumano aí é chamá-los de "animais".

Gêmeos nascem com um só corpo e duas cabeças

Médicos dizem que nestes casos normalmente as crianças não conseguem sobreviver, mas estão otimistas.
Gêmeos siameses que nasceram com duas cabeças na Índia na última quarta-feira (25) estão chamando a atenção do mundo. As crianças que nasceram com um só corpo são o segundo caso no país, e compartilham uma mesma caixa torácica.
Os médicos acreditam conseguirem salvar a vida dos meninos que nasceram em Jaipur, Rajasthan. De acordo com o Dr. Sharma, médico do Hospital JK Lone, estes casos são muito raros, e normalmente as crianças que assim nascem não conseguem sobreviver, mas eles estão otimistas sobre este caso.

Mutilação de gado nos EUA intriga testemunha e veterinário

Caso reportado à MUFON expõe mutilações animais misteriosas, as quais estão acontecendo na cidade de Blairstown, em Montana, nos Estados Unidos. Um caso muito curioso foi reportado ontem. Trazemos o caso aos amigos de ETs & ETc... devidamente traduzido.
Acompanhem o relato integral e as imagens da recente vaca mutilada...
Blairstown, MO, US
"De ASD - Estou relatando o incidente para fins de informação, a pedido de Chuck Zukowski e do Diretor Estadual Debbie Ziegelmeyer. Nenhum OVNI foi visto, no entanto, há uma possível marca de pouso e OVNIs foram vistos em casos de mutilações de animais no passado, pode ser útil ter este registro. Esta é a terceira mutilação conhecida na mesma fazenda. Por favor, consulte os relatórios em anexo para mais detalhes. O caso está em curso, estou criando armadilhas fotográficas no local e enviando amostras para análise em laboratório através de Chuck Z.
Data da descoberta: 19 de julho de 2013 Horário: 09h30
Canto NW de Henry County, 84 milhas ao SE de Kansas City"
19/07/2013
O fazendeiro me ligou às 10:00hs desta manhã para informar que ele tinha uma outra vaca morta descoberta em sua propriedade. Ele ligou para o xerife e um veterinário e eles já estavam a caminho do sítio. A testemunha estava no local na quarta-feira e saiu às 6 da tarde. Ela ficou quinta-feira fora e voltou na sexta-feira de manhã para encontrar a vaca morta. Fazia 39 e 1/2 horas desde a sua última visita ao local.
Cheguei 13:00hs com outro investigador. O local fica a cerca de 75 metros do segundo portão da propriedade, e fica a mais de 100 metros do portão que dá para a estrada. O veterinário só saiu de cena e ele examinou a vaca. A vaca foi encontrada com um corte na parte da frente do corpo entre as duas pernas da frente, e o coração no exterior do corpo. Todas as tetas havia sido cortadas do úbere, a língua foi cortada, e um olho faltava (o olho pode estar ausente devido a abutres ou larvas, que já estavam na vaca).
O veterinário pediu ao fazendeiro para rolar a vaca com um trator para que ele pudesse examinar o outro lado. Os homens abriram a ferida em frente da vaca entre as pernas da frente, a fim de visualizar melhor o interior. Isto incluiu mover as costelas. O veterinário disse que não havia sangue no chão, os cortes foram precisos, e que o coração e cavidade torácica tinham pouco sangue nelas, o que isso é muito raro e inexplicável. 
Ele, o veterinário, também disse que ele sabia que os animais não causaram os ferimentos. Ele tentou achar buracos de bala ou outros danos à vaca mas não conseguiu encontrar nenhum, e ele não sabe dizer a causa da morte. O fazendeiro está indo para obter uma cópia do relatório do veterinário e do relatório da polícia nos próximos dias. 
O fazendeiro disse que esta era uma de suas melhores vacas, e que ela produzia um bezerro a cada ano. A vaca tinha 7 anos e era avaliada em cerca de US $ 2.000. O que nós encontramos no sítio: Um esboço escurecido estranho em torno de onde a vaca estava deitada no chão, que parece uma queimada. Também foi encontrado uma marca torta no solo que não corresponde a qualquer animal conhecido ou pegada humana. Nenhuma pessoa deveria ter estado na propriedade, além dos fazendeiros. Não era marca de pneu. Pode ter sido um local de pouso?
11/07/2013
 E-mail de Chuck Zukowski sobre o caso de  mutilação de vaca em Henry County:
O fazendeiro encontrou a vaca ontem, 10 de julho, no lado norte de sua propriedade. Ela foi morta pelo seu lado esquerdo, com sua extremidade traseira, língua e úbere removidos. A testemunha não levantou a cabeça da vaca a olhar para o segundo olho. A testemunha tinha investigado na noite anterior, mas não viu nada, no entanto, estava escuro e a vaca era preta por isso poderia ter estado lá. A vaca tinha larvas sobre ela, por isso tinha sido há pelo menos um par de dias.
Tem sido muito quente, até 37 graus e muito seco. A testemunha viu abutres sobre ela em 10 de julho. A testemunha disse que, normalmente, os pássaros voam ao redor quando algo morre, mas eles não estavam lá antes de 10 de julho. Estava 37 graus no momento em que ela encontrou a vaca para que ela se desintegrasse tão rapidamente. Ela registrou Vacas pretas Angus e esta foi a sua melhor, de 7 anos de idade, em seu auge, e poderia produzir mais bezerros no futuro. Ela se pergunta se foi uma escolha aleatória ou se estavam procurando a melhor do rebanho. A testemunha não viu quaisquer outras vacas chegando perto desta.
Nota: A testemunha diz que até o dia 24 de julho - Não há coiotes comendo a carcaça. Isto não é normal.
Dezembro 2011
A novilha prenha mutilada foi encontrada no sítio com a sua língua e genitais femininos retirados e parte do tecido da mandíbula e músculos removidos até o osso. O fazendeiro enterrou o bezerro naquele momento.
 Seguem fotos:

CRIATURA ESTRANHA

Esta criatura estranha foi encontrada pelo navio da Marinha iraniana no Golfo Pérsico. Ele estava fedendo muito. O que é isso?

5 insetos com verdadeiros superpoderes

Você sabia que existem insetos com verdadeiros superpoderes, capazes de surpreender até aqueles morrem de medo desses animais? O pessoal do site ListVerse publicou um interessante artigo sobre esses invertebrados, e você pode conferir a nossa seleção na lista a seguir:
1 – Poder: resistência ao frio
Os mosquitos acima — da família Chironomidae — são conhecidos por serem extremamente resistentes ao frio. Esses insetos passam boa parte de suas vidas na forma de larvas, alimentando-se de micróbios e algas em ambientes com temperaturas que muitas vezes ficam abaixo de zero.
2 – Poder: resistência antirradiação
Já falamos por aqui sobre algumas vespas curiosas, e não é que existe uma espécie super-resistente à radiação? Pertencente à família Braconidae, a vespa parasitoide da imagem pode sobreviver a até 180 mil rads — doses de radiação absorvida —, enquanto que os humanos só conseguem aguentar até mil rads.
3 – Poder: comunicação em código
Você sabia que os vaga-lumes se comunicam através de sinais emitidos por suas “luzinhas”? Segundo o site ListVerse, embora os pesquisadores ainda não consigam decifrar o que o sinais significam — nem como é que esses insetos controlam a sua emissão —, sabe-se que eles são utilizados para a comunicação, especialmente durante o acasalamento.
4 – Poder: supervelocidade
Os gafanhotos-do-deserto, além de serem responsáveis por gigantescas perdas agrícolas em diversas partes do planeta, também são conhecidos como um dos insetos mais rápidos do mundo, chegando a se deslocar entre as plantações com velocidades de mais de 30 quilômetros por hora.
5 – Poder: supermobilidade
Quem diria que o louva-a-deus era capaz de girar a cabeça 360°? Apesar de não contar com um sistema ocular muito eficiente — seus olhos ficam posicionados a 180° um do outro, dificultando a visualização do ambiente —, seu pescoço-periscópio permite que esse inseto fique sempre alerta sobre possíveis presas e predadores que possam estar por perto.
Fonte: ListVerse
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