28 fevereiro 2014

Sorocaba fala sobre aparição e esclarece foto com suposto fantasma: “Fiquei assustado!”

Na última quarta-feira (26), o programa “Balanço Geral São Paulo” (Record) exibiu uma reportagem com uma imagem em que mostra um suposto fantasma ao lado do Fernando em um show com Sorocaba.
Mas nesta quinta-feira (27), Luiz Bacci colocou um fim ao mistério que chocou o Brasil. Para explicar essa história, o apresentador conversou ao vivo com um dos envolvidos na foto.
“Eu fiquei assustado num primeiro momento. Essa imagem é de 2009. A gente curte interagir com o público e usamos uma grua mecânica nesse dia. Ali é onde fica o nosso tecladista. Ao aproximar a imagem dá para ver que é ele. Ele ainda toca com a gente e se chama Dudu Mafra. É impressionante porque aparece o rosto dele duplicado. Deve ter sido algum efeito do LED, não sei“, disse Sorocaba. Isso é jornalismo sério?
Sertanejo explica imagem em entrevista ao vivo no Balanço Geral desta quinta-feira (27)

27 fevereiro 2014

'Não pode passar em vão', diz mãe de garoto atacado por pit bull em escola

As famílias de dois meninos, de 7 e 13 anos, atacados por dois pit bulls dentro da Escola Estadual Professor Eduir Benedicto Scarpari, no bairro Alvorada, em Piracicaba (SP), relataram que vão processar o dono dos animais na Justiça. "Isso não pode passar em vão", disse a mãe de uma das crianças. Os cães escaparam de um ferro-velho que fica próximo à escola na hora da saída dos estudantes.
Adolescente fica ferido em ataque de cachorro em Piracicaba (Foto: Reprodução / Circuito interno)
O ataque ocorreu na sexta-feira (21) por volta das 18h20. O garoto de 13 anos tinha ido buscar a irmã na escola, onde também estuda no período da manhã. Ao G1, o menino disse que sentiu muito medo. "Fui atacado dentro da escola e arrastado até o lado de fora. Não sei de onde tirei forças para segurar um dos animais e impedir que me machucasse ainda mais", relatou. Ele foi mordido nas costas, pernas, abdômen e teve um mamilo dilacerado.
Já o menino de 7 anos estava ao lado da mãe quando foi atacado. "Eu estava segurando a mão dele, mas quando viu os cães se assustou e correu para tentar se esconder. Eu fui atrás e os cachorros já estavam mordendo. Foi por Deus. Os cães tentavam pegar o pescoço dele, mas como o cabelo é comprido, não conseguiram. Depois disso, foram atacar o outro garoto", relatou a mãe, Marlucia Maria Barbosa de Souza, de 42 anos. O menino teve ferimentos na orelha esquerda, perna e costas.
Menino de 13 anos teve mamilo dilacerado em
ataque de cães (Foto: Fernanda Zanetti/G1)
Testemunhas
O metalúrgico Miguel Ângelo Lamatriz, de 39 anos, e a esposa, a também metalúrgica Marisa Pimentel, de 35 anos, presenciaram o ataque. “Estávamos esperando a saída do nosso filho e, assim que abriram o portão para as crianças, os cães invadiram a escola. Eles deram uma volta na quadra e na sequência atacaram o menino de 7 anos e depois o de 13 anos, que ficou mais machucado", afirmou Marisa.
"Foi um desespero. Tentamos separar com pau, quebramos um capacete, tentamos de tudo para fazer com que os cachorros parassem de morder, mas somente quando um dos funcionários do ferro-velho onde eles vivem chegou com uma corda e os amarrou é que pararam de atacar", disse Lamatriz.
As famílias afirmaram que vão acionar o dono dos cães na Justiça. "Meu filho teve muita sorte porque foi salvo e porque é bem forte. Poderia ser a minha filha ou qualquer bebê da creche e algo muito pior poderia ter acontecido. Por isso não vou deixar quieto. Vou atrás da Justiça porque isso não pode passar em vão", relatou a secretária Michelli Cristine Mariconi Felix, de 32 anos, mãe do menino de 13 anos.
Estudante também foi mordido na
perna (Foto: Fernanda Zanetti/G1)
O autônomo Antonio José de Souza Neto, de 45 anos, pai do menino de 7 anos, disse que também pretende entrar com processo em razão do ataque.
Assistência
O dono dos pit bulls, o comerciante Claudinei Martins Tejeda, de 34 anos, dono de um ferro-velho que fica perto da escola, disse que está disposto a prestar assistência às famílias. Tejeda afirmou que no dia do ataque à escola os cães fugiram após morder o tratador.
"Pretendo arrumar um outro local para eles. Tenho cães há 10 anos e nunca aconteceu nada, mas agora tenho que colocá-los em outro local. Pedi ajuda no Canil Municipal quando um deles foi apreendido, mas disseram que não podiam ficar com ele", afirmou o comerciante.
A Prefeitura de Piracicaba informou que o Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) tem a função de vigilância, prevenção e controle das doenças que podem ser transmitidas dos animais aos homens e não recolhe animais saudáveis ou que tenham dono. Informou ainda que o proprietário levou multa de R$ 300 por deixar o cães soltos em via pública.
Garoto de 7 anos ficou ferido na orelha
após ataque (Foto: Fernanda Zanetti/G1)
Omissão
A mãe do garoto de 13 anos relatou que a escola foi omissa com relação ao ataque. "Ninguém da instituição entrou em contato comigo. Eu fiquei sabendo do ocorrido uns 40 minutos depois porque alguns garotos foram de bicicleta até a minha casa e me avisaram. Sem contar que foram os pais que ajudaram o meu filho. Ele só ficou dentro da escola para esperar o socorro."
A Secretaria de Educação do Estado de São Paulo, por meio de assessoria de imprensa, informou que a direção da escola disse que acolheu e encaminhou os feridos para dentro da unidade após o ataque e acionou atendimento médico. A instituição disse ainda que os portões estavam abertos por conta do horário de saída do período da tarde.
Outro ataque
No último dia 4, um dos cães que morderam as crianças na escola já havia atacado a cabeleireira Lígia Campos, de 35 anos, dentro da casa da mãe dela, no bairro Alto da Pompeia, a dois quarteirões de distância da escola. Ela contou que a mãe estava saindo com o carro e o animal entrou pelo vão do portão.
"Na hora eu corri para pegar o meu cachorro pinscher, porque certamente o pit bull o mataria, e pulei na piscina. Tinha certeza que ele não entraria na água, mas pulou e me mordeu." Ao tentar sair da piscina, Lígia escorregou e perdeu a consciência. O irmão e um vizinho tiveram que retirar o cão de cima dela. A cabeleireira teve lesões nas costas, na região lombar, nádegas, e cóccix. "Até hoje não consigo dormir. Choro só de relembrar a cena", relatou.
Roupas de crianças atacadas por pit bulls dentro de escola ficaram rasgadas (Foto: Fernanda Zanetti/G1)

Vídeo: Recém-nascido não quer desgrudar da mãe após parto

Seja de cesariana ou parto normal, recém-nascidos choram (e muito!) ao sair da barriga das mães. O momento de seu nascimento costuma ser registrado pelos pais e o barulhinho do choro é ouvido com alegria.
Momento de carinho: Bebê não quer se separar da mãe (Foto: Reprodução / Youtube)
No vídeo abaixo, os pais de um bebê recém-nascido se emocionam com a reação de seu filho, que chora desesperadamente ao ser "separado" da mãe após o parto. Repare que no momento em que a enfermeira tenta tirar o bebê para os procedimentos de limpeza e pesagem, o bebê parece se agarrar ao rosto da mãe e acariciá-la.
Enquanto está com o rosto colado com o dela, ele está calmo. A cada tentativa de levá-lo embora, a enfermeira percebe que o bebê, por menorzinho que seja, faz força para resistir e ficar perto da mãe. Pela voz do pai, a família é brasileira. Mas não há informações exatas sobre onde o bebê nasceu. O vídeo já teve mais de 2 milhões de visualizações no Youtube. Assista abaixo à cena emocionante!

23 fevereiro 2014

Baiano que nasceu com pescoço virado é exemplo de superação

Um caso está chamando atenção em em Monte Santo, interior da Bahia. Por problemas genéticos, Cláudio Vieira de Oliveira, de 37 anos, nasceu com o pescoço envergado para trás. O problema, não impediu Cláudio de estudar e trabalhar. Após aprender a escrever com um lápis na boca, o rapaz se formou em contabilidade e virou suplente de diretor fiscal do Sindicato dos Contabilistas da Bahia. Cláudio conta sua história em palestras motivacionais.
"Por ficar com a cabeça para baixo quando estou em pé, muitas pessoas acham que vejo tudo de cabeça para baixo, mas não é assim. Vejo como as pessoas normais", diz. Ele tem os pés e mãos atrofiados e usa um sapato especial feito no hospital da Rede Sarah, em Salvador, para se movimentar.
Baiano de Monte Santo foi ao Vaticano conhecer o Papa João Paulo II
"Comecei a me interessar pelos estudos aos seis anos, ao observar meus irmãos fazendo atividades escolares. Pedi à minha mãe que me colocasse na escola, mas ela se esquivava, pois tinha medo da reação dos alunos. Como persisti, ela procurou uma pessoa para me dar aula particular. Assim, aprendi o alfabeto e comecei a formar as primeiras palavras, tudo com a boca", disse Cláudio ao Jornal Folha de S.Paulo.
Cláudio conta que em 2000 viveu um dos momentos mais emocionantes da vida, quando conheceu o Papa João Paulo II. A história do baiano foi contada por uma migo que escreveu ao Vaticano. Para Cláudio, a deficiência serve como motivação.
"Meu trabalho é dar palestras motivacionais em empresas. Acho que nasci designado a cumprir uma missão: ser exemplo de perseverança e superação. Mostro que podemos enfrentar todos os problemas e obstáculos. Temos que aceitar a vida e vivê-la. Gosto de sair com os amigos, danço, namoro, viajo, faço tudo. Essa motivação é fruto de minha família, que nunca me enxergou como um deficiente. Isso me fortalece", conta.

Jovens são flagrados em ato obsceno dentro de sala de aula em escola de Manaus

Dois estudantes do Colégio Brasileiro Pedro Silvestre, localizado no Centro de Manaus, tiveram um vídeo postado na internet na tarde desta quinta-feira (13).
Postar vídeos é normal na rede, mas o que mais chamou a atenção é que a dupla de adolescentes estava praticando sexo dentro da sala de aula. No vídeo é possível identificar os dois alunos que estão fardados e sentados próximos à porta da sala, em frente à lousa.
O casal interrompe o ato após notar que está sendo filmado por outro aluno. No final da gravação, uma frase identifica que o rapaz e a adolescente são do terceiro ano do ensino médio e do 9° ano do ensino fundamental respectivamente.
A filmagem teria sido realizada na última quarta-feira (12), no penúltimo dia de aula, por outro rapaz do 3° ano do ensino médio e que seria responsável para vigiar a porta para que ninguém visse a intimidade do casal na sala.
A delegada titular da Delegacia Especializada em Proteção a Criança e ao Adolescente (DEPCA), Linda Gláucia, por meio da assessoria de imprensa da Polícia Civil, informou que até o momento, não recebeu informações sobre o caso e vai acionar a direção do colégio para prestar esclarecimentos.

Atenção, conteúdo inapropriado:
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Veja o vídeo de bandido sendo torturado em um formigueiro

O vídeo de um homem, com mãos e pés atados, sendo atirado a um formigueiro chamou a atenção da comissão de defesa dos direitos humanos da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), seccional Piauí. A gravação, que teria acontecido em Teresina, mostra homens que estariam se vingando de um jovem suspeito de roubar uma casa na região. O presidente da comissão, Francisco Campelo, resolveu encaminhar, ainda nesta semana, a denúncia de tortura ao Ministério Público Estadual (MPE) e solicitar uma investigação.
O presidente da comissão de segurança pública da OAB-PI, Lúcio Tadeu, acompanhou com tristeza o episódio de tortura. “Eu entendo que isso é um crime. Além de benefício arbitrário, tem crime de tortura aí também. Eu acho que o presidente da comissão de direitos humanos, Francisco Campelo, tem que pedir a investigação mesmo porque, depois, esse tipo de coisa se volta contra a própria sociedade”, reforçou.
O homem aparece com o rosto inchado e gritando de dor, como mostra o vídeo gravado pelos autores da tortura, que seriam integrantes de um grupo de justiceiros que se intitula 'Apoio policial'. O áudio sugere que mais pessoas do que as que aparecem no vídeo assistem à agressão. Os torturadores não se sensibilizam com a agonia do rapaz e ironizam: “Agora ‘tu’ lembra de Deus, é?”
Veja o vídeo:
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22 fevereiro 2014

Após 60 anos juntos, casal morre de mãos dadas com horas de diferença

Um casal de idosos que passou 60 anos juntos morreu de mãos dadas, com apenas algumas horas de diferença no início deste mês em Nova York, nos Estados Unidos, segundo o jornal “New York Daily News” e a TV WGRZ (veja a reportagem em vídeo, em inglês).
Ed Hale, de 83 anos, havia prometido à mulher, Floreen Hale, de 82 anos, que nunca a deixaria. Ele permaneceu ao lado dela mesmo após ela morrer, e acabou morrendo 36 horas depois.
Os dois se conheceram em 1952. Floreen estava em uma festa com seus amigos pela primeira vez desde que havia sofrido um acidente de carro, que matou seu primeiro marido – ela estava casada havia apenas seis meses.
 Fotografia de arquivo do casal (Foto: Divulgação/Orleans Hub)
Ed prometeu cuidar de Floreen pelo resto da vida, e os dois nunca se separaram.
No fim de janeiro, entretanto, a promessa feita pelo homem de cuidar de sua mulher até o fim quase foi quebrada quando ele foi hospitalizado devido a um problema na perna, considerado grave pelos médicos.
Ed pediu para ver sua mulher, sem saber que ela também havia sido internada em um outro hospital com problemas no coração. Seu estado também era considerado grave.
O homem ficou inconformado. “Ele disse ‘preciso ver sua mãe, preciso falar com sua mãe. Estou morrendo, eu preciso vê-la’”, contou Renee Hirsh, filha do casal. “Foi o pior dia da minha vida.”
O hospital onde Ed estava internado concordou em transferi-lo caso suas condições de saúde melhorassem. Dois dias depois, isso foi possível, e ele foi levado para o hospital onde Floreen estava.
Os dois foram instalados em camas colocadas uma ao lado da outra. Floreen pareceu confusa ao perceber que seu marido havia chegado. “Ela achou que ele talvez já tivesse morrido”, contou a filha do casal.
Os dois trocaram juras de amor novamente, deram as mãos, e alguns minutos depois Floreen morreu. Ed permaneceu ao seu lado, e sua condição se deteriorou. Após 36 horas, ele também morreu. Os dois foram enterrados juntos no dia 13 de fevereiro.
 Ed e Floreen Hale viveram 60 anos juntos e morreramcom 36 horas de diferença (Foto: Reprodução/Batavia Funeral Homes)
Imagem de arquivo do casamento de Ed e Floreen Hale (Foto: Divulgação/Orleans Hub)

Preso, filho do sertanejo Luciano nega ter agredido tia: 'É um absurdo'

Filho do cantor sertanejo Luciano, que faz dupla com Zezé di Camargo, o estudante Wesley Camargo, de 25 anos, está preso em Goiânia. Ele foi detido em flagrante na sexta-feira (21) suspeito de agredir uma tia e uma prima que moram com ele e com os avós no Setor Oeste, bairro nobre da capital. O crime ocorreu na madrugada, depois que o suspeito teria chegado em casa bêbado e brigado com familiares. Ele nega ter cometido as agressões: "Quem me machucou foi minha própria tia. Tentou me empurrar da escada e eu que vou ser preso. É um absurdo".
Wesley chegou à delegacia com a camiseta rasgada e aparentes hematomas no rosto. "Todo mundo está vendo meu corpo e ela não tem nenhum roxo. Ela sai ilesa e eu que vou pagar a pena. Não agredi nenhum deles e eles montaram em cima de mim", reclama.
Responsável pelo caso, a titular da Delegacia Especializada no Atendimento à Mulher (Deam), delegada Ana Elisa Martins, disse que Wesley prestou depoimento e também negou todas as acusações. "Ele afirmou que as duas mulheres é que começaram a brigar com ele e que ele é a vítima da história", revelou ao G1.
A prima e a tia também foram ouvidas. Segundo a delegada, as duas contaram que Wesley é usuário de drogas e consome bebidas alcoólicas constantemente. "De acordo com elas, sempre que o Wesley bebe, fica muito agressivo", destaca. Além do suspeito e das duas vítimas, policiais militares que atuaram na ocorrência também depuseram em favor das mulheres.
Exames de corpo de delito confirmaram que as mulheres têm ferimentos na cabeça e nos braços. Como a Delegacia da Mulher não tem carceragem, o estudante foi levado para uma cela da Delegacia Estadual de Investigações Criminais (Deic) e está à disposição da Justiça.
Wesley foi atuado pelos crimes de ameaça, injúria e lesão corporal contra as duas vítimas. Caso seja condenado, pode pegar até sete anos e meio de prisão.
Ao G1, a assessoria de imprensa da dupla Zezé di Camargo e Luciano informou apenas que Luciano está passando férias nos Estados Unidos e que Zezé está em Natal em um compromisso profissional.O empresário da dupla também foi procurado, mas o telefone dele estava desligado.
 Wesley Camrago, filho do Luciano, da dupla com Zezé, é preso em Goiânia, Goiás (Foto: Reprodução/TV Anhanguera)

Bem-vindo ao McDonald’s do inferno

A obra dos irmãos ingleses Jake e Dinos Chapman é carregada de conteúdos macabros e paisagens do inferno. Os dioramas feitos pela dupla brincam com temáticas assustadoras e variadas, como um suposto McDonald’s nos domínios de Satã.
Os trabalhos são recheados de carnificina e mutilações, incluindo crucificações de Ronald McDonald, centopeias humanas, vários Hitlers presos e ainda soldados nazistas servindo de recheio para os lanches da rede de fast food. a intenção da dupla é imaginar como seria o acerto de contas do capitalismo no inferno – lugar povoado por nazistas.

21 fevereiro 2014

Menina que ficou famosa no Youtube morre de gripe, aos 3 anos de idade, na Austrália

Uma criança que ganhou fama nas redes sociais com um vídeo publicado no Youtube, em 2012, morreu na última terça-feira de uma gripe comum. Maddie Tippett, de Newcastle, na Austrália, virou uma sensação na web com o vídeo “Who’s your favourite?”, que teve mais de 9 milhões de visualições ao redor do mundo, em que dizia preferir a mãe ao pai. As informações são do jornal britânico Daily Mail.
Maddie, no vídeo, quando ainda era bebê
A menina morreu na noite de terça após apresentar sintomas normais de gripe. Os pais levaram Maddie ao hospital depois de perceber que ela estava piorando, e os médicos disseram que o vírus estava deixando seu coração vulnerável. “Parte de mim acredita que a Maddie veio mudar o mundo, e eu fico triste que ela não tenha tido a chance. Mas aí eu penso que, daqui a dez anos, alguém vai estar em meio a um dia ruim de trabalho, vai sentar e clicar no vídeo e isso vai animá-lo. Isso será o seu legado”, disse a mãe, Kerryn Tippet, ao jornal Daily Telegraph.
Desde que aconteceu a tragédia, a família tem recebido apoio de fãs do vídeo nas redes sociais. “Gostaria que vocês pudessem sentir o amor e os abraços que estou mandando... Vocês tinham um anjo em casa” e “Pobre Maddie, eu adorava ver seu vídeo, sempre me fazia sorrir. Descanse em paz”, diziam alguns dos comentários.

19 fevereiro 2014

Detento é investigado após ter fotos de sexo postadas em rede social

Um presidiário de 29 anos é investigado pela Secretaria de Estado de Administração Penitenciária de Goias (Sapejus) após fotos dele fazendo sexo com uma mulher serem postadas em uma rede social. As imagens foram registradas pelo próprio detento, com um celular. A Sapejus investiga se as fotos foram feitas dentro do Complexo Prisional de Aparecida de Goiânia, na Região Metropolitana.
A postagem diz que a mulher é uma prostituta. Nas fotos, ambos estão nus. O rapaz está preso em regime fechado desde 2010, segundo a Sapejus. Ele foi condenado a 26 anos de prisão pelos crimes de tráfico de drogas, tentativa de homicídio e lesão corporal.
A Sapejus afirma que também abriu um procedimento administrativo para, caso a foto tenha sido feita dentro do presídio, apurar se houve participação de algum servidor.
Em 2011, o jovem tentou fugir da Penitenciária Odenir Guimarães (POG) vestido de mulher. Na ocasião, ele usou peruca, bijuterias e enchimento nos seios, mas foi barrado pelos agentes penitenciários ainda no primeiro portão de saída.
Detento é investigado após ter fotos de sexo postadas em rede social, em Goiás (Foto: Reprodução/Facebook)

18 fevereiro 2014

Sofrimento e solidão

"Meus pensamentos são minha fonte de sofrimento e solidão. Até outro dia estava pensando sobre uma frase que vi por aqui mesmo. Se não me esqueço seria: Adoro quando me falam: Só você mesmo. Eu parei para pensar e cheguei a conclusão que existem dois sentidos nessa frase. Um de você não ser igual a ninguém e o outro de você sentir tudo sozinho. Só você ama, só você sofre, só você sente dor calado. Só você pensa nas outras pessoas. Só você preocupa com as pessoas que te dizem ama-ló. Coloque agora para pensar em qual dos sentidos essa frase se encaixa em você. Pensou?"
— O menino Charlie.

17 fevereiro 2014

Menina de 11 anos faz programa e pega moto como 'garantia', em RR

Uma criança de 11 anos foi apreendida pela Polícia Militar na manhã deste sábado (15), no bairro Santa Tereza, zona Oeste de Boa Vista, após se envolver em um acidente de trânsito. Segundo a polícia, ela pilotava uma moto. A garota afirmou em depoimento que fez um programa e teria pegado o veículo como 'garantia' de pagamento dos R$ 50 supostamente cobrados do cliente.
Ainda de acordo com os policiais que atenderam a ocorrência, uma jovem de 29 anos estava na garupa. O veículo pilotado pela menina colidiu com outra motocicleta. O motociclista fugiu do local. Segundo os policiais, as duas também tentaram fugir, mas foram alcançadas.
O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi acionado, pois elas tiveram escoriações. A mulher precisou ser encaminhada ao pronto-socorro. A criança foi levada à Central de Flagrantes, no 5° Distrito Policial, acompanhada da mãe.
Em depoimento à delegada plantonista, Mirian Di Manso, a garota disse que fez um programa com um homem e pegou a motocicleta como garantia de pagamento, em razão de ele não ter dinheiro na hora.
"Ela contou aos policiais militares que pegou o veículo porque o rapaz não teria R$ 100 para pagá-la. Mas, no depoimento, disse que o programa teria custado R$ 50. Ela manteve essas duas versões. E revelou que praticou o ato sexual às 6h da manhã", esclareceu.
A delegada ressaltou ainda que a criança falou ter o hábito de fumar e beber, mas não costuma consumir drogas ilícitas. "Ela confessou já ter experimentado. A mãe disse que tirou a menina da escola no ano passado porque ela não queria estudar. A garota frequentaria postos de gasolina, onde consegue bebida alcoólica e cigarros", relatou.
De acordo com Mirian Di Manso, em tese, a criança não cometeu nenhum ato infracional. Ela será encaminhada para exames, em virtude de ser vítima de possível estupro de vulnerável.
"A menina foi encaminhada para exame de conjução carnal no Insituto Médico Legal e ao Hospital da Criança Santo Antônio para ser examinada, porque há o risco de doenças sexualmente transmissíveis e de gravidez", elucidou.
Em relação à adulta que estava na garupa da motocicleta, a delegada explicou que ela responderá na Delegacia de Acidentes de Trânsito (DAT). "Apesar de não ter dado a moto à criança, ela é maior de idade e seria, naquele momento, responsável pela menina. Como pode uma adulta estar na garupa e a criança pilotando a moto? Isso será apurado", afirmou a delegada.
Criança foi levado para delegacia após acidente (Foto: Marcelo Marques/ G1 RR)

16 fevereiro 2014

Dark Vírus; é assim que o jovem do DF é conhecido

O body piercer Wildson Santos, 26 anos, também conhecido como Dark Vírus ou Meia Noite tem uma aparência assustadora. Amante de filmes de terror, ele tem o corpo quase todo tatuado, mais de 15 piercings, inclusive genitais, quatro chifres na cabeça, tatuagem nos olhos, unhas grandes e bem pintadas, dentes de vampiro e língua cortada.
Apesar de causar estranheza e levantar julgamentos por onde passa, Wildson não se importa com a opinião das pessoas, gosta de causar medo e se considera careta. Não bebe e nem fuma, trabalha desde os 16 anos, tem simpatia pelo budismo, se acha bonito e tem vergonha de morar em um país tão preconceituoso.
Ao passar pela rua, a reação das pessoas é quase a mesma. A maioria o observa atentamente sem disfarçar, algumas xingam e outras chegam a fazer o sinal da cruz, mas Wildson diz não se importar.
— Acredito que quem fala mal de mim, sente inveja por não tem coragem de fazer o que quer com o próprio corpo
Wildson conta que, desde criança, sempre quis ser uma pessoa diferente. Ele fez a primeira tatuagem e colocou o primeiro piercing com 16 anos. Depois disso, não parou mais. 
Ele faz parte da tribo body mod (body modification), pessoas que fazem alterações no corpo, com o intuito de diferenciar o indivíduo de outros.
De descendência indígena, Wildson acredita que todas as tatuagens e modificações, apesar de dolorosas, têm um significado místico.
— A tatuagem faz parte do rito de passagem indígena e a dor tem que ser sentida para lavar alma. Se não doer, não vale a pena
Mesmo com a aparência estranha, Wildson tem mais de 2 mil seguidores no Facebook, e muitas pessoas já tentam copiar o estilo do rapaz. Para ele, a principal mudança deve vir de dentro.
— O conselho que dou para quem quer ser igual a mim é que comece a mudança pela mente. Não precisa mudar a aparência, se você não mudar o interior. Mesmo sem conhecer, desejo o bem a quem me quer bem.
Texto: Renata de Paula

13 fevereiro 2014

Menino com paralisia cerebral começa a andar após praticar surfe

Uma criança de Santos, no litoral de São Paulo, diagnosticada com paralisia cerebral, surpreendeu a família e os professores ao aprender a andar 8 meses após começar a praticar aulas de surfe. Raphael dos Santos, de 12 anos, conseguiu deixar a cadeira de rodas aos 10 e, atualmente, chega às aulas caminhando, sempre ao lado da mãe.
A luta do menino começou nos primeiros dias de vida. "Ele nasceu praticamente morto, mas Deus me deu ele de volta", conta a mãe, Fabiana dos Santos. O garoto ficou alguns dias em uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI) e depois foi levado para casa. Porém, nos primeiros meses, Fabiana percebeu que o filho era diferente das outras crianças. "Uma doutora me disse que ele não tinha capacidade de andar, de falar nem de sentar. A médica disse que ele iria ficar mole, como quando estava no meu colo", diz. Pouco tempo depois, Raphael foi diagnosticado com paralisia cerebral.
Separada do marido, Fabiana passou a levar o menino à Casa da Esperança para receber tratamento específico, com a ajuda da avó dele. O garoto foi crescendo, mas não conseguia andar nem falar, só engatinhava e ficava sentado. Aos 9 anos, Raphael passou por uma cirurgia nas pernas e ficou em uma cadeira de rodas. Logo depois, o surfe surgiu na vida dele.
"Eu conheci um amigo do Cisco (surfista) que trabalha com fisioterapia e ele me indicou as aulas", lembra a mãe.
Mesmo com medo, Fabiana resolveu levar o menino para a Escola Radical, em Santos, a primeira pública de surfe no país, coordenada por Cisco Araña. No primeiro dia de aula, Raphael não saía da cadeira de rodas. Por causa da cirurgia, as pernas dele só ficavam esticadas e ainda não haviam voltado ao normal.
"O Cisco o levou para o mar. Eu pensei que iriam afogar meu filho, fiquei na areia olhando, eu tremia. No dia seguinte, fomos de novo", revela a mãe.
O professor Leonardo Scarpa acompanhou Rapha, como ele começou a ser chamado por todos, nos primeiros dias de aula. O instrutor lembra que o garoto tinha muitas dificuldades de locomoção.
"Ele veio para cá no formato da cadeira de rodas, bem travadinho mesmo. Ele não tinha muito controle do pescoço. Mas, pelo simples fato de ficar deitado na prancha, ele tinha que levantar para não ir água no rosto e na boca dele", explica.
Raphael dos Santos Nascimento foi diagnosticado com paralisia cerebral (Foto: Mariane Rossi/G1)
O contato com o professor foi crescendo a cada aula. Antes de entrar no mar, Scarpa incentivava Rapha a fazer exercícios de alongamento e brincadeiras lúdicas. A intenção era fazer com que o garoto soltasse mais as pernas e também sentisse a liberdade de uma vida em meio à natureza.
"Como ele é criança, o importante é brincar mesmo. Por mais difícil que seja, ele está aqui na praia, fazendo amigos, conhecendo pessoas. E, por mais que seja adaptado, ele está se divertindo, fazendo uma atividade de que gosta", destaca o professor.
Depois de uma semana de surfe, as pernas de Rapha começaram a dobrar novamente e ele voltou a engatinhar. Mas a grande superação do menino ainda estava por vir.
"Aconteceu com 8 meses de aulas, foi no Dia das Mães. Eu fui colocar a roupa na máquina de lavar e, quando voltei para a sala, ele estava em pé e deu 8 passos. Foi uma surpresa", recorda a mãe. Segundo Fabiana, em todas as consultas médicas, os profissionais afirmavam que seu filho nunca daria um único passo.
Os professores Cisco Araña e Carolina Leite com Rapha (Foto: Mariane Rossi/G1)
Os professores Cisco Araña e Carolina Leite com
Rapha, de 12 anos (Foto: Mariane Rossi/G1)
Para a mãe do garoto, o esporte foi responsável pela melhora dele. "Eu pensava que, com o surfe, não aconteceria nada, mas vi meu filho andar. Eu estava esperando por isso há 10 anos. Foi muito rápido, foi o surfe", afirma Fabiana.
Além disso, Raphael desenvolveu a fala. Os professores pediam que o menino conversasse com eles, que deixasse de apontar para os objetos e usasse palavras para dizer o que queria. "Ele tentava falar várias vezes. Na terceira, conseguia falar direito", conta a mãe.
Agora, Rapha já largou a cadeira de rodas. Hoje, o menino caminha com dificuldade até o mar, com a ajuda da mãe, dos colegas e professores da escolinha de surfe.
"Ele não vê a hora de ir para a água. Eu só fico na torcida e, quando ele pega uma onda, brinco dizendo que ele é o 'Titanic da Mamãe'", diz Fabiana. Após o alongamento, Rapha entra na água com a ajuda dos professores. O menino então sobe na prancha – usada normalmente por pessoas cegas, já que é mais macia e tem algumas características que melhoram a postura do deficiente –, dá meia-volta e aguarda uma onda perfeita para fazer aquilo de que mais gosta.
Para o surfista Cisco Araña, a evolução do aluno foi resultado de um trabalho feito com amor. Ele conta que Rapha progrediu muito, tanto no aspecto físico quanto mental. E acredita que o esporte, principalmente o surfe, realmente pode mudar vidas.
"O mar tem vários minerais essenciais à saúde. O movimento das ondas faz um trabalho para as pernas melhorarem, ajuda na articulação, na lateralidade [predominância motora de um dos lados do corpo] e na coordenação motora", explica Araña.
Segundo ele, também há a vitamina D vinda do sol e o ar puro da praia. "A atmosfera de amor, de compartilhar com o outro, de trocar experiências faz muita diferença, como fez para o Raphael", enumera o surfista.
Professores e Rapha entrando no mar para uma aula de surf (Foto: Mariane Rossi/G1)
A professora Carolina Coelho Leite, que também acompanhou as aulas do garoto, conta que o viu crescendo e se desenvolvendo. Para ela, Rapha é um exemplo para muitos.
"Aqui é um ambiente que proporciona um novo desafio de se portar dentro da água. Eu pego onda e, se para mim já é mágico, imagina para ele. É uma lição de vida. O limite está na cabeça. É bem legal, eu agradeço essa oportunidade", afirma a professora.
Já para o professor Leo, cada superação do garoto é uma alegria diária. Além disso, ele percebe que Rapha fica animado a cada aula de surfe.
"Hoje, ele já brinca, é muito mais tranquilo. O que o motiva a vir aqui é o oceano. É legal estar participando disso, mas o mérito é do mar", diz. Além da melhora física, Leo acredita que o esporte ajuda na autoestima e na vida social do menino.
"Para mim, é gratificante estar participando do processo. Foi o que mais me motivou a ficar aqui. É uma amizade para sempre", ressalta o professor.
Menino passou a andar depois das aulas de surf (Foto: Mariane Rossi/G1)
Raphael surfando no mar em Santos, SP (Foto: Mariane Rossi/G1)
Professores e Rapha entrando no mar para uma aula de surf (Foto: Mariane Rossi/G1)
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