26 setembro 2014

Burj Khalifa: Sonho e poder

Com ilhas artificiais, hotéis de design arrojado e shoppings luxuosos, é difícil chamar a atenção em Dubai. Ainda assim, o Burj Khalifa, a mais alta construção já feita pelo homem, consegue se destacar na paisagem desta cidade de superlativos.
Com 828 metros de altura e 163 andares, o arranha-céu pode ser visto a uma distância de até 95 quilômetros. Sua grandeza fica ainda mais evidente se comparada a outras construções famosas: ele ultrapassa em mais de 300 metros o segundo prédio mais alto do mundo, o Taipei 101, em Taiwan. É também duas vezes maior do que o Empire State, em Nova York.
Chamado de Burj Dubai durante toda a obra – que em árabe quer dizer a Torre de Dubai –, o arranha-céu teve o nome modificado para Burj Khalifa no dia da inauguração, em janeiro deste ano, em homenagem ao presidente dos Emirados Árabes, Khalifa Nahyan.
Feito de concreto e aço, com o exterior coberto por mais de 28 mil painéis de vidro, sua construção levou quase seis anos para ser concluída. Cerca de 12 mil operários de diferentes nacionalidades participaram da obra. O edifício conta com apartamentos residenciais, andares de escritórios, um luxuoso hotel Armani, um deque de observação, além de ser cercado por um belo parque com lagos e fontes.
O deque de observação "At The Top" do Burj Khalifa, localizado no 124o andar, é uma das principais atrações turísticas da cidade. Do topo, pode-se ver uma vista em 360o do oceano, do deserto e da cidade.

Construção

O processo de construção do Burj Khalifa necessitou de uma combinação de ideais visionários e de uma ciência sólida. Com isso, o projeto conquistou vários recordes mundiais:
• Edifício mais alto do mundo
• Maior estrutura independente do mundo
• Maior quantidades de andares em um edifício
• Mais alto andar ocupado no mundo
• Mais alta plataforma de observação ao ar livre no mundo
• Elevador que percorre a maior distância do mundo

Os trabalhos de escavação começaram em janeiro de 2004 e, nos anos seguintes até sua conclusão, o prédio passou por muitos marcos importantes para atingir seu objetivo de construir a estrutura mais alta feita pelo homem que o mundo já viu.
Mais de 45.000 m³ de concreto, que pesam mais de 110 mil toneladas, foram usados para construir a fundação de concreto e de aço, que possui 192 pilares enterrados com mais de 50 m de profundidade. A construção do Burj Khalifa usou 330.000 m³  de concreto e 39.000 toneladas  de vergalhões de aço.
O revestimento exterior do Burj Khalifa começou em maio de 2007 e foi concluído em setembro de 2009. O  projeto envolveu mais de 380 engenheiros qualificados e técnicos locais.
Além disso, a torre conseguiu um recorde mundial pela mais alta instalação de uma fachada de alumínio e de vidro, com uma altura de 512 metros. O peso total do alumínio usado no Burj Khalifa é equivalente ao de cinco aeronaves A380.
Veja uma animação do processo de construção:

Realçando a grandeza

Sua grandeza fica ainda mais evidente se comparada a outras construções famosas: ele ultrapassa em mais de 300 metros o segundo prédio mais alto do mundo, o Taipei 101, em Taiwan. É também duas vezes maior do que o Empire State, em Nova York.
A imagem abaixo surpreende ainda mais ao mostrar a comparação da altura do Burj Khalifa com outras grandes e renomadas estruturas pelo mundo.

Elevadores

Burj Khalifa possui 57 elevadores e 8 escadas rolantes. O elevador de serviço possui uma capacidade de 5.500 kg e é considerado o elevador de serviços mais alto do mundo.
Burj possui elevadores programados para permitir uma evacuação controlada causada por fogo ou por certos eventos de segurança.
O observatório Burj Khalifa possui elevadores-táxis de cabine dupla, com capacidade de 12-14 pessoas por cabine. Viajando a 10 metros por segundo, eles são os elevadores que percorrem a distância mais longa do mundo.

Mais curiosidades

- O deque de observação “At The Top” do Burj Khalifa, localizado no 124° andar, é uma das principais atrações turísticas da cidade. Do topo, pode-se ver uma vista em 360° do oceano, do deserto e da cidade.
- Visto de cima, o Burj Khalifa forma uma flor-de-lis
- Para limpar todas as janelas de Burj Khalifa, seria necessário, pelo menos, 4 meses
- Os aços que foram precisos para construír Burj Khalifa, daria para construír uma ponte chegando até 1/4 do planeta Terra (Dos Estados Unidos ao Oriente Médio)

Burj Khalifa é tão alto que você pode ver o pôr-do-sol duas vezes no mesmo dia

Eis uma curiosidade que vai lhe deixar surpreso: o Burj Khalifa, edifício mais alto do mundo, é tão alto que você pode ver o pôr-do-sol na base, subir até o topo e ver o pôr-do-sol de novo.
Como nota o vídeo acima (a partir do ponto 5:00), os muçulmanos que moram no Burj Khalifa – a maior parte do edifício é residencial – precisam ficar em jejum por até três minutos a mais durante o Ramadã. Isso acontece devido à diferença no pôr-do-sol: são três minutos entre vê-lo no térreo e vê-lo no topo do edifício.
Na verdade, você pode ver duas vezes o pôr-do-sol usando qualquer estrutura alta, mas isso depende de chegar rápido ao topo. Dá até para ver o mesmo efeito em um dia calmo na praia, sem qualquer estrutura ou equipamento. Primeiro, deixe na areia e olhe para o horizonte. Quando o Sol desaparecer completamente, pule o mais rápido que você puder. Você ainda conseguirá ver o fim do pôr-do-sol mais uma vez.
Isso funciona porque, para ver o pôr-do-sol de novo, você precisa apenas subir a uma altura maior que a dos seus olhos. Você faz isso se levantando da areia (na praia), ou subindo em um edifício alto como o Burj Khalifa.
Quanto mais longa a estrutura, e quanto mais rápido você chegar ao topo dela, mais tempo vai durar seu segundo pôr-do-sol. Isso acontece porque, como a Terra é curva, subir de forma perpendicular a ela permite ver o que mais se esconde além do horizonte.

China construirá maior prédio do mundo em 90 dias

A empresa Broad Sustainable Building (BSB), especializada em prédios pré-fabricados, tentará bater todos os recordes. Além de projetar o maior arranha-céu do mundo na cidade de Changsa, a equipe quer finalizar a sua construção em exatos 90 dias. O Sky City One é à prova de terremotos e dez metros maior do que o Burj Khalifa, o mais alto edifício do mundo, localizado nos Emirados Árabes – e que demorou 20 vezes mais tempo para ser concluído. 
Pensado de forma sustentável, o prédio terá 220 andares, 104 elevadores e poderá abrigar mais de 100.000 pessoas ao mesmo tempo. Suas paredes externas de 15 centímetros de espessura e uma vidraça quádrupla permitirão um melhor isolamento, diminuindo em um quinto o gasto com energia. Segundo a CNN, o edifício deverá custar 628 milhões de dólares. O trabalho está previsto para começar em novembro de 2012, mas a aprovação das autoridades chinesas ainda não foi concedida. 

24 setembro 2014

Papa nomeia sacerdote de Cidade Gaúcha para comissão do Vaticano

O Papa Francisco nomeou ontem os novos membros para a Comissão Teológica Internacional, entre eles o brasileiro monsenhor Antônio Luiz Catelan Ferreira, assessor da Comissão para a Doutrina da Fé da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB).
É um fato que orgulha a nossa comunidade católica, uma vez que monsenhor Antônio Luiz Catelan Ferreira é natural da vizinha Cidade Gaúcha, que pertence à Diocese de Umuarama. Ele foi ordenado sacerdote em fevereiro de 2005 e atualmente exerce a função de assessor da Comissão Episcopal para a Doutrina da Fé da CNBB. Catelan possui mestrado em Direito Canônico e doutorado em Teologia, ambos cursados na Pontifícia Universidade Gregoriana, em Roma.
Para se ter uma idéia da importância dessa nomeação feita pelo próprio Papa, basta dizer que a Comissão Teológica é constituída por bispos, padres e teólogos de diversos países, como Estados Unidos, Rússia, Hungria, Brasil, Índia, Peru, Espanha, França, entre outros. Ela foi instituída em 1982, pelo então papa João Paulo II, cuja competência consiste em estudar as questões doutrinais de maior importância, principalmente as que apresentam um aspecto novo e assim oferecer uma contribuição ao Magistério da Igreja e, de modo especial, à Sagrada Congregação para a Doutrina da Fé do Vaticano.
A Comissão Teológica é presidida pelo cardeal Gerhard Ludwig Müller, tendo como secretário geral o padre Serge-Thomas Bonino. Ao todo, são 31 membros nessa comissão, que terá a primeira reunião com os novos membros nos dias 1 a 5 de dezembro, para decidir os temas que serão trabalhados pela comissão nos próximos cinco anos. (ITALO FÁBIO CASCIOLA)

16 setembro 2014

Jovens, ricos e traficantes

DE ELITE: RAFAEL* (FOTO) FOI SEIS VEZES CAMPEÃO DE HIPISMO E ESTUDOU NOS MELHORES COLÉGIOS DE SÃO PAULO. AINDA ASSIM, OPTOU POR VENDER DROGAS E ACABOU PRESO (FOTO: PEDRO ABBUD)
Todas as câmeras de vigilância das mansões vizinhas funcionam perfeitamente quando Daniel*, no terceiro andar da casa onde mora com os pais no Jardim América, bairro nobre de São Paulo, apoia a sola do sapato sobre a cama king size, escala um armário e apanha do esconderijo a pistola automática austríaca Glock 17.9 milímetros, comprada por R$ 3 mil no mercado negro. Daniel empunha a arma com a mão direita, volta a sentar e diz, com vaidade: “Sempre deixo carregada”. Segundos depois, ele se levanta e se estica novamente para guardar a ferramenta que costuma servir mais para assustar clientes negligentes do que para cuspir balas. Aos 23 anos, três escolas particulares no currículo (entre elas o conceituado colégio italiano Dante Alighieri) e um curso de administração pela metade, o traficante está prestes a enfrentar 14 horas de estrada até a fronteira com o Paraguai, onde integrará uma reunião com dois fornecedores da maconha que compra todas as semanas. Em um carro popular – “É para não chamar atenção”, justifica –, Daniel pisa no acelerador até o ponteiro ultrapassar os 170 km/h. Ele tem pressa. O rugido do motor na noite vazia é interrompido para a compra de energéticos. Ao chegar a Foz do Iguaçu, na tríplice fronteira, ele estaciona em uma churrascaria, cumprimenta os contrabandistas, senta-se à mesa e pede, além de uma Coca-Cola, uma amostra da erva. Caminha até o carro, enrola um cigarro, fuma. Ao voltar à negociação, ele recusa a oferta. Irritado por ter perdido tempo, Daniel explica àGQ – que o acompanhou na viagem – que a maconha não tem qualidade o bastante para a classe alta paulistana.
Daniel nasceu e foi criado em uma mansão de 23 cômodos e três empregados do Jardim América, que hoje também lhe serve de escritório para o tráfico. A adolescência foi marcada por episódios de indisciplina, como no dia em que furtou e capotou o carro do pai na Marginal Tietê. Aos 18 anos, começou a comprar maconha para vender nas imediações da universidade que frequentava no centro de São Paulo. Desde então, o jovem percorreu um caminho evolutivo no mundo do tráfico. Aprendeu que, para ganhar dinheiro, era preciso trabalhar com um produto de qualidade. Com alguma sorte, encontrou o caminho que leva à maconha pura. Um de seus fornecedores em São Paulo começou a lhe dever dinheiro, e sugeriu uma única forma de pagamento: apresentar o garoto rico aos contrabandistas que comercializavam grandes quantidades de maconha no Paraguai. Compensou.
Nos últimos meses de 2013, especialmente por conta das festas de fim de ano, Daniel lucrou R$ 150 mil por mês com a venda de maconha orgânica para a alta sociedade paulistana. Ele é um traficante de elite, um mordomo poderoso que controla a entrada de suprimentos em regiões nobres de São Paulo – especialmente os Jardins, onde nasceu. Vai pessoalmente às plantações, acompanha a produção da carga e paga R$ 1 mil a um “mula” que transporta a encomenda até São Paulo. Na capital paulista, Daniel tem distribuidores que repassam a erva aos consumidores finais – tem em sua lista filhas de empresários, netos de banqueiros, celebridades.
O negócio nunca esteve tão bom – apenas nos últimos meses, lucrou pelo menos R$ 500 mil. Seu plano é continuar no patamar em que sempre esteve durante a vida. Por isso não para com a atividade – que além de cédulas azuis lhe rende prestígio e um tanto da adrenalina em que é viciado. Ele planeja juntar pelo menos R$ 5 milhões, abandonar o tráfico e ir morar num lugar tranquilo. Até esse dia chegar, ele nem imagina o que o espera. “Posso ficar mais um mês ou mais dez anos nessa vida, nunca sei”, diz o traficante, que afirma pagar mensalidades a policiais corruptos (para não ser preso) e à facção criminosa Primeiro Comando da Capital, o PCC (para garantir segurança na cadeia caso seja preso).
Em 2009, Daniel costumava desembolsar uma mensalidade de R$ 7 mil para agradar um delegado bem posicionado na hierarquia da Polícia de São Paulo. Também pagava taxas mensais a um gerente do PCC que, em troca, autorizava o jovem bem-nascido a vender maconha. Difícil evitar a facção. Segundo o promotor Alfonso Presti, que coordena a Central de Inquéritos Policiais e Processos (CIPP) do Ministério Público de São Paulo, mexer com drogas na capital paulista significa negociar com o PCC. “A totalidade da maconha e mais de 90% da cocaína em São Paulo têm contato com o PCC”, diz Presti.
Atualmente, os clientes mais próximos de Daniel são os jovens ricos paulistanos. Vez por outra, esses rapazes se reúnem em festas promovidas pelo traficante na mansão do Jardim América. Em meio a garrafas de uísque e vodca, os jovens se embriagam durante a madrugada. Maconha e cocaína há de sobra. Os participantes da festa tratam Daniel como um líder disfarçado, uma chefia invisível. Uns tentam competir com ele em tudo, mesmo nos passos de dança improvisados, às vezes com agressividade, numa explícita amostra de que a autoridade do traficante é invejada entre os clientes. Embriagado pelas disputas, o anfitrião solta palavras jocosas e gestos exóticos, numa tentativa de apaziguar situações tensas. Outros o chamam de canto, contam segredos, buscam alguma reação, mas o traficante pouco se importa. Logo está fazendo piadas das quais, de imediato, somente ele ri. Mas segundos mais tarde toda a sala adornada com estatuetas de bronze ri também. Mesmo que não seja lá muito engraçado, Daniel é querido pelo grupo. É carismático, tem a mistura de bandido e mocinho que encanta quem o rodeia. Se fosse comparado a famosos, o traficante poderia ter sua personalidade definida pela mistura entre Cazuza e Don Vito Corleone – algo que provoca uma obediência enrustida nos que participam do sistema de venda de drogas.
Para lucrar, Daniel precisa preservar em funcionamento as engrenagens que o mantêm ativo no narcotráfico. Uma peça importante da máquina são seus investidores – ele não revela nomes, mas explica que há na cidade muitos empresários, donos de comércio e empreendedores que apostam no tráfico de drogas, enriquecem e continuam usando o colarinho branco. Segundo a CIPP, a história procede. Um bom número de inquéritos abertos pela Central, segundo o promotor Presti, apontam negociações de postos de gasolina – especialmente da região do Morumbi e de Taboão da Serra – com o PCC.
Foi no fim dos anos 80, segundo especialistas, que empresários e comerciantes descobriram o tráfico de drogas. A relação ilegal rende dinheiro fácil ao investidor e, na via contrária, é responsável pela lavagem do dinheiro do crime. “É difícil saber quem está ajudando quem”, diz o jurista Wálter Maierovitch, secretário Nacional Antidrogas no segundo governo FHC. Em São Paulo, as reuniões entre narcotráfico e investidores de alta classe se dão em lugares protegidos, como em uma mansão na Alameda Joaquim Eugênio de Lima, um dos prostíbulos mais luxuosos dos Jardins, onde empresários de diversos ramos (principalmente do futebol) aparecem para beber uísque, transar com garotas de programa e investir em cocaína – eles deixam maços de dinheiro (usados para comprar a droga de fornecedores) e voltam semanas depois, para recolher o lucro da revenda.
A cocaína que chega a São Paulo vem, principalmente, do Peru e da Bolívia, segundo a Polícia Federal. Durante uma investigação, a empresa RCI First – Security and Intelligence Advising, consultoria de Segurança e Inteligência Privada com sede em Nova York, seguiu informações sobre o trajeto dos quilos do pó – a plantação, a produção de pasta base, a travessia da fronteira, o refino, a mistura, o embalador, o traficante e o usuário – e descobriu, a pedido de clientes (a empresa atende desde milionários preocupados com segurança a agências de inteligência internacionais), que pacotes de 1 quilo de cocaína pura chegavam com frequência a regiões nobres de São Paulo, como os Jardins. Intrigados com o fato de que não há bocas de fumo nesses lugares, a empresa começou a investigar como essa droga é distribuída, após embalada em pequenas quantidades.
Descobriram que há na capital paulista cerca de 350 táxis, entre oficiais e clandestinos, que fazem o serviço de delivery de drogas em regiões nobres – cinco pontos estão nos Jardins. Para manter o esquema, as etapas da entrega são planejadas minuciosamente. Acionados por telefone, os taxistas transportam drogas em sacolas de farmácias e de redes de fast food, para disfarçar. Eles estão para o tráfico na alta sociedade assim como os “aviõezinhos” estão para o tráfico na favela. Fazem no máximo duas entregas por corrida, porque se forem flagrados podem reivindicar a condição de usuários. Nessas entregas em domicílio, os produtos mais pedidos são cocaína, em primeiro lugar, maconha orgânica, em segundo, e haxixe e heroína, em terceiro. De alta qualidade, a maconha da elite foi apelidada de “maconha de butique” – a planta, de cor roxa, tem níveis elevados do princípio ativo THC.
Além dos taxistas, cerca de 550 motociclistas, que revezam as entregas de pizzas com as de drogas, e aproximadamente 150 “bikers” fazem o delivery em São Paulo. O serviço é mais frequente na região dos Jardins, Paraíso, Vila Nova Conceição, Itaim Bibi, Moema, Morumbi, Alto de Pinheiros e Jardim Anália Franco. “A elite deixou de ir à periferia para comprar drogas por causa de sequestros e sequestros relâmpagos. O delivery se acentuou de dez anos para cá”, afirma Ricardo Chilelli, um dos maiores especialistas em segurança e inteligência privada do Brasil. “Cada vez mais, esses entregadores compram de traficantes forjados em círculos abastados da sociedade”, diz o promotor Presti.
EM BAIRROS NOBRES DE SÃO PAULO, 350 TÁXIS E ATÉ BICICLETAS ENTREGAM DROGAS EM DOMICÍLIO (FOTO: GABRIEL QUINTÃO)
Ao investigar os crimes que chegam ao Ministério Público, os promotores identificaram um novo padrão no tráfico de drogas de São Paulo. Por mês, uma média de 1.488 processos de tráfico chegam aos gabinetes de 124 promotores – cada um deles se encarrega de três por semana. Cerca de 10% do total, segundo o Ministério Público, envolve traficantes endinheirados desde a infância – ou seja, algo em torno de 149 traficantes de classe alta entram na mira da Justiça (e eventualmente são presos) por mês. E esse número, publicado pela primeira vez nesta reportagem, só cresce. “Notamos empiricamente uma tendência de crescimento desse universo de réus nascidos em berço de ouro”, afirma Presti.
Com a mudança nos padrões, os traficantes de classe alta se tornaram mais ambiciosos e conseguiram galgar mais degraus na escala de poder da venda de drogas. Há em São Paulo três líderes de facções criminosas que, segundo os inquéritos do Ministério Público, são nascidos na classe alta. “Alguns líderes de uma das grandes facções possuem dois cursos de nível superior, eram ‘promoters’ de casas noturnas e já pegaram em metralhadoras e fuzis para praticar crimes. Há líderes que saíram da classe alta e média alta. De cabeça, lembro de três deles que estão presos. Eles não têm o perfil do traficante que a população conhece, conquistariam a atenção de qualquer garota na balada”, afirma Presti. Segundo o promotor, atualmente, o que mais dá dinheiro a traficantes paulistanos é a cocaína, a mais requisitada droga de São Paulo. “É a droga que mais permeia a sociedade hoje, inclusive nos círculos de classe média alta”, diz. No ano passado, o estado de São Paulo liderou o número de apreensões de drogas no país: 31% da cocaína interceptada pela Polícia Federal (ou 11,2 toneladas) foi apreendida em São Paulo. Em segundo lugar vem o Mato Grosso do Sul, onde foram apreendidas 5,5 toneladas, 15% do total nacional.
De acordo com outra pesquisa elaborada pela RCI First, no Brasil, para cada quilo de cocaína apreendido, outros 25 quilos passam pelas fronteiras. Isso significa que, se em 2013 exatas 35,7 toneladas foram apreendidas pela Polícia Federal no país, 892 toneladas sobraram para consumo. O número representa 4,5 gramas por habitante ao ano – ou cerca de 900 milhões de pinos plásticos de 5 mililitros cada, onde a cocaína, que vinha embalada em papelotes, hoje é comercializada (a mudança de embalagem foi uma invenção do PCC para controlar o comércio). A maior parte dos pinos é fabricada pela Eppendorf, multinacional alemã que vende instrumentos para a indústria farmacêutica em 23 países. Existem em São Paulo outras sete empresas que fabricam os pinos usados por traficantes para embalar cocaína.
Em 2013, o tráfico rendeu, no Brasil, um faturamento estimado em R$ 9 bilhões, com o preço do pino a R$ 10. É um valor variável, principalmente no universo do tráfico de luxo paulistano. O pino que pode sair por R$ 10 em pontos de venda de São Paulo, do Rio de Janeiro ou do Pará chega a custar R$ 100 nos arredores da Avenida Paulista. Segundo Ricardo Chilelli, o preço é maior porque a droga é mais pura: enquanto a mais barata possui 33% de pureza, a cara tem 88%, em média. De acordo com Chilelli, 15 tipos de impurezas são usadas nessa mistura – entre elas, leite em pó, fermento químico, talco. “De 2009 para cá o pó de mármore é o carro-chefe das misturas”, diz. Atualmente, 21 marmorarias da Grande São Paulo empregam funcionários que costumam desviar pó de mármore para traficantes, segundo o Ministério Público.
As proporções são ainda maiores quando o assunto é o consumo de maconha – nesse caso, os estados onde há maior circulação são os de fronteira com o Paraguai, Mato Grosso do Sul (85 toneladas apreendidas pela polícia) e Paraná (76 toneladas), seguidos por São Paulo (23 toneladas). São volumes dos quais, enfurnado em seu casarão no Morumbi, o jovem rico – ex-traficante e ex-informante de policiais corruptos – Matheus*, de 26 anos, modestamente tomava parte.
POLÍCIA CONFISCA 30 MIL PÍLULAS DE ECSTASY EM GUARULHOS (FOTO: DIVULGAÇÃO/POLÍCIA FEDERAL)
Criado em um colégio particular do Morumbi, na zona sul de São Paulo, Matheus sempre circulou no mundo do luxo, mas também manteve contatos menos ilustres. Um deles, um investigador corrupto da Polícia Civil. Em 2009, os dois começaram a prender jovens ricos e pedir propina aos pais deles em troca da liberdade dos garotos. Enquanto Matheus angariava interessados na compra de grande quantidade de maconha, cocaína, ou uma cartela de ácidos (sempre o suficiente para que fosse configurada a compra para tráfico), o policial organizava-se com outros colegas para flagrar a venda. No instante em que Matheus negociava a droga, os policiais apareciam como numa versão brasileira de seriado americano: “Perdeu!”, gritavam, deixando os aspirantes a traficantes da alta sociedade de olhos arregalados.
Na delegacia, os jovens chamavam os pais que, por sua vez, convocavam seus advogados para providenciar a liberdade dos filhos. Com o advogado, os colegas corruptos negociavam o valor da liberdade – que já chegou a R$ 500 mil, segundo o ex-informante. Certa vez, um policial ofereceu a Matheus pagar as mensalidades de uma faculdade, caso ele utilizasse as aulas para prospectar vítimas para o golpe. O ideal seria, segundo o corrupto, um curso de cinema na FAAP (Fundação Armando Álvares Penteado) ou de publicidade na ESPM (Escola Superior de Propaganda e Marketing). Matheus recusou. Faz quatro anos que deixou de ajudar policiais a extorquir milionários. Ainda hoje, segundo ele, o esquema funciona em ritmo forte em São Paulo.
O que mais atrai filhos de milionários à armadilha hoje é uma sigla de quatro letras: MDMA – a metilenodioximetanfetamina, ecstasy em sua mais pura forma, a droga sintética preferida da elite. Um grama de MDMA, ou apenas MD, como é chamada, custa R$ 150. A droga vem em pó ou cristal. “Se for cristal é mais pura”, confidencia um usuário que não quis se identificar. “Cheiro uma linha e coloco o resto no drinque. Tem gente que joga tudo no drinque, doses de 1 a 2 gramas.” Graças à potência e ao preço da droga, com poucos gramas no bolso qualquer um se torna traficante. Também é assim com a heroína, substância que multiplicou seu número de usuários na alta sociedade paulistana. De acordo com o promotor Presti, drogas mais caras, como a heroína, sempre são encontradas com traficantes da classe alta. “O traficante que estudou em bons colégios, sete anos atrás, era do universo do lança-perfume e começava com ecstasy. O perfil está mudando, hoje há muita cocaína, maconha, haxixe e heroína. A tendência desse traficante é ter drogas com qualidade melhor. As poucas apreensões de heroína foram em círculos de traficantes de classe alta”, afirma.
Foi por tentar comprar mil pílulas de ecstasy que, em 2005, o ex-traficante Rafael*, 27 anos, passou nove meses no Centro de Detenção Provisória de Vila Independência, na zona leste da capital paulista. A encomenda – que fora elaborada em um laboratório no Pará – custaria R$ 3 mil ao rapaz e seria revendida por R$ 8 mil em raves de São Paulo. Rafael não precisava de dinheiro. Mesmo assim, tornou-se traficante.
Ele mistura tabaco e haxixe para enrolar o cigarro que o acompanhou em uma das entrevistas para esta reportagem. O rapaz é ligado aos mais puros costumes da classe alta: foi seis vezes campeão brasileiro de hipismo, estudou por dez anos no colégio alemão Humboldt, é filho do proprietário de uma grande loja de tecidos no bairro do Brás e passou o último réveillon na Europa, onde esteve por um mês.
Talvez o que mais explique sua opção pelo crime sejam as vantagens do status compartilhado por traficantes de drogas. “Era uma coisa glamourizada, havia muita puxação de saco. Muita gente telefonando. Sexta-feira à noite eu tirava o telefone do gancho. Há uma sensação de poder e onipotência com o dinheiro e tudo”, conta o ex-traficante João Guilherme Estrella, que inspirou o filme Meu Nome Não É Johnny. João traficou cocaína para pessoas de classe alta dos 29 aos 34 anos, no início dos anos 90 – até ser preso em 1995 e passar um ano e meio no Manicômio Judiciário da Rua Frei Caneca, no Rio. Em seu mais volumoso negócio, comprou 15 quilos de cocaína para vender no Rio, na Espanha e na Holanda. Depois de ter sua história registrada em livro e no cinema, o produtor musical de 52 anos passou a dar palestras por todo o Brasil. Ele cobra entre R$ 1,5 mil e R$ 17 mil para discursar sobre álcool, drogas e “a vida”, como diz. Ao rememorar o motivo que o levou à prisão, João explica: “O tráfico era uma distração adolescente, eu não tinha a percepção da hora de dizer não”. Nem Rafael.
Na época em que o garoto do ecstasy foi preso, o número de usuários da droga só crescia – de 2008 para 2009, a apreensão das pastilhas no Brasil aumentou 2.500% e a palavra “ecstasy” tornou-se comum no noticiário. O flagrante levou Rafael à prisão – e à TV. Na segunda edição do SPTV de 27 de abril de 2005, ele apareceu algemado. Enquadrado nos Artigos 33 (tráfico de drogas) e 35 (associação para o tráfico) da Lei 11.343/06, o jovem era o único réu que não escondia o rosto das câmeras. Encarava o cinegrafista. Não foi a primeira vez que atravessou o caminho da Justiça. “Antes de eu ser preso, uma tia pagou R$ 30 mil em propina para agentes do Denarc (Departamento Estadual de Prevenção e Repressão ao Narcotráfico) que me pegaram traficando haxixe. Depois disso, minha família tentou me internar. Em quatro dias tentei fugir cinco vezes da clínica”, conta Rafael. Na cadeia, o ex-traficante passou dois meses dormindo na “praia” – como os presos chamam o chão da cela que comporta uma dúzia de pessoas, mas é habitada por 40 – e depois subiu para uma das 12 camas compartilhadas por 24 detentos. Descobriu que, para sobreviver ali, era preciso ter dinheiro. Isso não era problema.

11 setembro 2014

Relembre as promessas de campanha de Alexandre Lucena para Cidade Gaúcha - PR. Veja se ele está cumprindo alguma

Alexandre Lucena, atual prefeito de Cidade Gaúcha, ao se candidatar, assinou com a população um compromisso sério, que incluía alguns projetos, como eliminar a fila nos hospitais, revitalização da praça, construção do novo Fórum, construção de novas moradias populares, distribuição de terrenos, instalação de internet sem fio nos principais pontos da cidade, construção de um novo centro poliesportivo com pista de atletismo, valorização do professor e do profissional da educação, instalação de climatizadores em todas as escolas do município, doação de um notebook para cada aluno do município, pavimentação de 100% das ruas de cidade gaúcha, criação do conselho de segurança e instalação de câmeras no município, construção de posto da defesa civil que ficará 24 horas de plantão, criação de centro de capacitação de funcionários, empresários, e toda população e oficinas de capacitação para a população. Além disso, prometeu que o ônibus universitário seria gratuito. Ocorreram alguns problemas no orçamento e essa promessa não foi cumprida. Ele está ajudando com uma porcentagem considerável. Mas o fato é que promessa é promessa, e devem ser cumpridas.
Quanto aos outros projetos, alguns estão sendo postos em prática, como a construção de novas casas populares. Mas, a maioria deles nem foram tirados do papel ainda. É de extrema importância, para a boa avaliação do Prefeito, que esses projetos sejam concluídos. A confiança foi depositada nesses políticos, e eles devem servir ao povo trabalhando honestamente, para a construção de um município cada vez melhor.
Ao ver tais projetos, nos recordamos da rodoviária da cidade, que ficou durante anos em obras. Uma vergonha da gestão passada.
Alexandre veio com a promessa de mudanças, mas ninguém percebe nada de concreto. São festas em exagero, muitas frases de efeito, projetos sem valor real para Cidade Gaúcha. Ainda continuo dando como sugestão, a construção de um forte parque industrial na cidade. Como todos dizem, é fácil falar. Sim, é fácil estar aqui escrevendo, e não é fácil administrar um município, mas é preciso ter pulso firme, para realizar a verdadeira função de um político, que é fazer um determinado aglomerado de pessoas felizes, com emprego, moradia digna, saúde, educação e lazer. Não é isso que Cidade Gaúcha possui agora!
Cidade Gaúcha, durante a última eleição, ficou quase dividida. Foram algumas centenas de votos que separaram o atual Prefeito, do outro candidato. Portanto, é preciso trabalhar, para que essa vantagem não diminua, que é o que está ocorrendo, diante da insatisfação de todos.
Alexandre Lucena é Prefeito em Cidade Gaúcha pelo PMDB na coligação Prefeitura para o Povo. Eleito com 4.085 votos (53,78%).
Dr Jeovani foi candidato a Prefeito e não foi eleito em Cidade Gaúcha pelo PSDB na coligação Cidade Gaucha: Governo do Povo e no Caminho Certo!. Obteve 3.511 votos (46,22%).
 Um outro projeto da gestão passada, que será construído, esperamos, gerou muita polêmica, mas, a verba está garantida, só não começaram nada até agora.
Relembre as promessas de Alexandre e Juveni:
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Rondon: Polícia prende quadrilha suspeita de roubar cabeças de gado no Paraná

Quatro pessoas foram presas suspeitas de realizarem diversos roubos de cabeças de gado na região noroeste do Paraná. Segundo a Polícia Militar (PM), uma denúncia anônima informou aos policiais que um caminhão estava transportando 16 animais que tinham sido roubados de uma propriedade rural no município de Rondon. O grupo foi preso na segunda-feira (1°).
O caminhão com os animais foi perseguido pela polícia e quando chegou na PR-492, em Paraíso do Norte, o motorista do caminhão abandonou o veículo e fugiu a pé. A polícia seguiu o rapaz e o encontrou em um carro com placas de Cianorte, também na região noroeste.  Nesse automóvel estavam mais três pessoas – duas mulheres e um homem – que também foram presas.
Segundo a Polícia Militar (PM), as cabeças de gado seriam vendidas em São Paulo. A quadrilha foi encaminhada para a Delegacia de Polícia Civil de Cidade Gaúcha.
Polícia prendeu grupo responsável por roubo de cabeças de gado na região (Foto: Divulgação/Polícia Militar)

03 setembro 2014

Novos delegados são nomeados para municípios da região de Maringá

O Governo do Paraná confirmou que diversas delegacias da região de Maringá vão receber novos delegados de Polícia Civil. As informações foram publicadas no Diário Oficial do Paraná desta terça-feira (2). Esses profissionais concluíram o curso de formação técnico profissional para delegado de polícia recentemente.
Remoções
Na mesma edição do Diário Oficial, também foram confirmadas algumas mudanças de comandos nas delegacias. Confira:
Jairo dos Santos sairá da 17ª Delegacia Regional de Polícia de Cruzeiro do Oeste para a 19ª Delegacia Regional de Polícia de Cidade Gaúcha (a 140 quilômetros de Maringá). Santos respondia cumulativamente pelas delegacias de Polícia de Mariluz (a 166 quilômetros de Maringá), Tapejara (a 113 quilômetros de Maringá) e Tuneiras do Oeste (a 121 quilômetros de Maringá), funções das quais foi dispensado.
Antonio Cesar Pereira dos Santos sai de Mamborê, onde respondia também por Boa Esperança (a 153 quilômetros de Maringá) para Morretes (a 502 quilômetros de Maringá).
Valdir Balan foi dispensado de responder cumulativamente pelas delegacias de Ivaté (a 197 quilômetros de Maringá), Icaraíma (a 239 quilômetros de Maringá) e Alto Paraíso (a 233 quilômetros de Maringá).
Helio Nunes Pires sai de Alto Piquiri para Icaraíma, onde vai passar a responder cumulativamente pelas delegacias Alto Paraíso e Ivaté.
Carlos Henrique Rossato Gomes foi dispensado de responder cumulativamente pela 18ª Delegacia Regional de Polícia de Paraíso do Norte (a 86 quilômetros de Maringá), e pelas delegacias de São Carlos do Ivaí (a 67 quilômetros de Maringá) e Mirador (a 109 quilômetros de Maringá).
O delegado Clovis Papa (que já trabalhou em Maringá) será transferido da 21ª Delegacia Regional de Polícia de Nova Londrina para a 18ª Delegacia Regional de Polícia de Paraíso do Norte, onde vai responder cumulativamente pelas delegacias de São Carlos do Ivaí e Mirador. Em Nova Londrina, era responsável ainda pelas delegacias de Diamante do Norte (a 162 quilômetros de Maringá), Itaúna do Sul (a 161 quilômetros de Maringá), Marilena (a 150 quilômetros de Maringá), Guairaçá (a 101 quilômetros de Maringá) e Terra Rica.
O delegado de Mandaguari (a 33 quilômetros de Maringá), Zoroastro Nery do Prado Filho, deixa de responder cumulativamente pela 23ª Delegacia Regional de Polícia de Marialva (a 18 quilômetros de Maringá).
Adriano Garcia Evangelista dos Santos, que atua na 52ª Delegacia Regional de Polícia de Peabiru (a 75 quilômetros de Maringá) e vai para Marialva, onde vai acumular a função de delegado de Itambé (a 41 quilômetros de Maringá). Santos era responsável ainda pela 14ª Delegacia Regional de Polícia de Goioerê (a 163 quilômetros de Maringá), e pelas Delegacias de Polícia de Araruna (a 91 quilômetros de Maringá) e Barbosa Ferraz.
Maria Nysa Moreira Nanni sairá da Delegacia da Mulher de Campo Mourão, onde era delegada-chefe, para a Delegacia da Mulher de Curitiba.

Ladrões rendem vigilante e invadem agência bancária de Cidade Gaúcha

Dois caixas eletrônicos de uma agência bancária de Cidade Gaúcha, no noroeste do Paraná, foram danificados após quatro homens arrombarem um banco nesta quarta-feira (3). Segundo a Polícia Civil, os suspeitos renderam o vigia de um posto de combustíveis que fica ao lado do local antes de invadirem a agência.
Os ladrões tentaram explodir os caixas, mas não conseguiram porque o alarme da agência disparou. Conforme a polícia, o grupo fugiu em um carro. Mesmo sem ter ocorrido à explosão, os caixas eletrônicos não estão funcionando, pois foram danificados. Até as 9h, nenhum dos suspeitos foi localizado.
Policiais militares de Cianorte receberam na madrugada desta quarta-feira (3) informações que dois caixas eletrônicos de uma agência bancária de Cidade Gaúcha, havia sido danificados após quatro homens arrombarem um banco, com está informação duas viaturas com 8 policiais se deslocaram até a estrada Bernardeli, onde poderia ser uma rota de fuga dos suspeitos. Uma hora depois que os policias estavam no local um veiculo GM/ Corsa com placas de São Tomé/PR passou em alta velocidade e foi acompanhado pelos policiais, nas proximidades do Parque das nações, os ocupantes do veiculo abandonaram o carro e fugiram pelo matagal.
Dentro do carro os policiais encontraram, uma barra de ferro, munições calibre .40, etiquetas de espoleta de dinamites e uma camiseta. Segundo a policia ao verificarem a placa do carro, constataram que não é uma placa fria e o domo já foi identificado.
Próximo ao local onde ocorreu a abordagem a PM localizou algumas dinamites. O Bope de Curitiba já foi acionado e deverão se deslocar até Cianorte para recolher as dinamites. Rondas estão sendo feitas para localizar os suspeitos.

02 setembro 2014

Jovens incentivam casal usuário de droga a praticar sexo, filmam e divulgam em rede social

Um vídeo produzido por jovens de Goioerê mostra dois conhecidos usuários de drogas sendo incentivados a praticarem várias formas de sexo, supostamente em troca de droga. O vídeo está sendo compartilhado através do aplicativo para celular WhatsApp.   
Durante a gravação do vídeo, o casal é incentivado por várias vezes a falar o nome do aplicativo, junto com o nome de Goioerê.                           
O vídeo mostra apenas cenas do casal, e no áudio se ouve a voz de jovens incentivando a prática, pedindo para que eles mudem de posição ou desenvolvam outra ações, sob a ameaça de não cumprir o prometido, que acredita-se sejam pedras de crack.                           Aparentemente o vídeo foi gravado no meio de um matagal, e o casal chega a reclamar que vai sujar a roupa se tiver que se deitar no chão.     
 Há informações de que o vídeo já chegou ao conhecimento do Ministério Público, mas isso não foi confirmado. Investigadores da Polícia Civil tiveram acesso ao vídeo e traçam estratégias para identificar quem gravou o vídeo com o casal usuário de drogas.              
Muitas pessoas que assistiram ao vídeo ficaram revoltadas com as cenas, vendo o casal tendo sua imagem explorada para um ridículo regozijo de alguns jovens.
Fonte: GoioNews

5 Fotos consideradas verdadeiras de alienígenas

Vocês já devem ter visto estas fotos, mas vale a pena revê-las. Estas estão entre as melhores fotos de extraterrestres já registradas – isto se considerarmos que não sejam fotos forjadas. Mas como o propósito deste blog não é o de julgar, quando não há evidências a favor nem contra, aqui estão:
5. Foto de pequeno ET tirada no Chile:
Esta foto foi tirada no Chile por uma senhora que insiste em dizer que não viu o pequeno ET atravessando a calçada entre os dois cavalos quando tirou a foto. Só descobriu o que ela tinha captado após revelar o filme.
4. Alienígena no escritório do Diretor de Inteligencia Nacional:
Alegadamente esta foto foi tirada no escritório do Director of National Intelligence (Diretor de Inteligência Nacional), extraída de um vídeo feito de um alienígena que foi capturado. A história reza que o homem que narra o vídeo sorrateiramente roubou o vídeo e o tornou público, e que o alienígena morreu logo após as tomadas de vídeo.
3. Alienígenas no México:
Esta é uma, de várias fotos, que foram tiradas no México. Não se sabe nada sobre o autor das fotos.
2. Alienígena do tipo gray, captado por câmera escondida:
Esta chapa, alegadamente, foi tirada por uma câmera filmadora escondida que um caçador deixou filmando em uma floresta dos Estados Unidos, para captar os padrões de migração de animais. Quando finalmente revelou o filme, este amigável ser estava em alguns dos quadros.
1. Alienígena capturado à beira da morte:
Supostamente esta é uma foto de um ET que foi tirada logo antes de sua morte e autópsia. Não se sabe onde foi tirada.

01 setembro 2014

Jennifer Lawrence ameaça processar quem postar suas fotos íntimas

Jennifer Lawrence vai processar quem publicar fotos íntimas suas, disseram neste domingo (31) os representantes da atriz a diversos veículos de imprensa dos EUA, como o TMZ, o Buzzfeed e o site da revista "Variety".
"Este é um caso flagrante de violação de privacidade. As autoridades foram contatadas e vão processar qualquer pessoa que publicar as fotos roubadas de Jennifer Lawrence", disseram representantes da atriz à imprensa.
Fotos da atriz Jennifer Lawrence e outras famosas nuas foram divulgadas em redes sociais na internet neste fim de semana. Por conta das imagens, o nome da atriz é um dos mais citados no Twitter no Brasil neste domingo (31).
Os links para várias imagens foram divulgados no fórum da rede social Reddit e outros sites.
No fórum 4chan, supostas fotos nuas de outras famosas como as atrizes Kirsten Dunst, Victoria Justice e Mary Winstead, as cantoras Selena Gomez e Ariana Grande e a modelo Kate Upton circulam junto com as de Jennifer Lawrence. Algumas já comentaram o caso - Mary Winstead confirmou a veracidade das suas fotos; Victoria Justice e Ariana Grande negaram.
De acordo com o Buzzfeed, um hacker alega ter conseguido as fotos pelo serviço iCloud, da Apple, e diz ainda ter outras imagens de celebridades peladas ainda não divulgadas, como de Kim Kardashian, Rihanna, Mary-Kate Olsen e Avril Lavigne.
A atriz norte-americana Jennifer Lawrence, de 24 anos é estrela da franquia "Jogos vorazes" e ganhou o Oscar em 2013 pelo filme "O lado bom da vida".
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