04 fevereiro 2016

Como está atualmente o primeiro bebê de proveta brasileiro? Como é a sua vida?

Ter um bebê é o sonho de muitos casais que se amam e desejam constituir uma família ou para realizar o sonho de se tornar um pai ou uma mãe.
Mas nem sempre é possível para algumas pessoas conseguirem ter filhos, por meio de uma relação sexual comum. E em maioria dos casos, elas solicitam ajuda médica e acaba recorrendo do método do bebê de proveta.
O bebê de proveta é uma geração de uma vida por meio de uma inseminação artificial ou a famosa fertilização in vitro. O termo “proveta” é chamado assim porque o processo é feito em laboratório.
E você sabia que o Brasil já teve uma experiência de sucesso com um bebê de proveta? Quem será ele e como está sua vida atualmente? Será que ele vive bem, sem nenhum tipo de problema de saúde?
Anna Paula Caldeira é o nome do primeiro bebê de proveta criado em laboratório, em outubro de 1984, pelo médico Milton Nakamura.
O aniversário de 30 anos da moça pode ser só mais um ano de vida, mas significa uma data representativa para a ciência. Atualmente, a moça já é nutricionista e atua na área cuidando da alimentação de seus pacientes.
A moça nasceu em São José dos Pinhais(PR), mas hoje reside em Joinville (SC). Ela foi a primeira criança nascida na América Latina.
Na época, a mãe de Anna Paula havia feito uma cirurgia de ligadura de trompas uterinas e, por este motivo, não seria mais possível ela ter filhos. Daí então, ela procurou a equipe do médico Milton Nakamura que na época testava a técnica.

O avanço na técnica de fertilização in vitro
Quem foi o responsável por trazer a fertilização in vitro para o Brasil foi o australiano Alan Trounson, que fez o nascimento de Zoe Leyland meses antes(março) da técnica ser feita com Anna Paula. O caso foi mantido em sigilo por conta do medo dos médicos de ocorrer um insucesso.
Em entrevista ao site OGlobo, Paulo Gallo, Diretor-médico do Vida-Centro de Fertilidade da Rede D’Or, explica que naquela época, para se conseguir os óvulos, era necessário que a paciente passasse por uma internação para que o abdome fosse aberto e só assim os óvulos fossem retirados.
Atualmente, o processo acontece por meio de uma aspiração feita com uma agulha via vaginal. O procedimento dura 10 minutos. O embriologista vai escolher quais células são melhores e só então começar o processo de indução de fecundação do embrião.
Fonte: Estadão, Folha de São Paulo e http://www.fatosdesconhecidos.com.br

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